segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Vozes do alem

Dino sempre ouvia vozes do além, sempre lhe diziam o que fazer.
Até seu nome ele trocava graças aos conselhos trasncedentais e transdimensionais.
Queria ser escritor. Mesmo cheio de preguiça e ausente no vocabulario que devia ser um tanto extenso para fazer a dança do maxixe em seus textos que não saiam de sua cabeça.
A cachaça fazia companhia, vila velha, ipioca, o grande e velho barreiro.
Ultimamente dino anda triste, não tem mais conversas com outras vidas...
A cachaça não tá cumprindo seu papel de conexao. Pensa na cola, a qual tiraram o benzeno, agora nao mata mais, da pra cheirar sem receio...
Caído em um canto escuro, lembra ou imagina lembrar de uma mulher que conheceu em uma orgia psicodelica. Não bota fé se foi real. Não imagina o que possa ter feito.
Não ouve mais vozes. Não tem mais contato e o corpo soa alcool...

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Ultima rodada.

A dúvida impera no jogo. Isso já faz tempo.
Se voce não sabe das regras, não é pra voce jogar.
As vezes surgem novos jogadores com novas jogadas.
Alguns se tornam aliados. Bons aliados. Daqueles que olham nos olhos e a
pupila não treme. Lindo. Jogo duro e sincero.

Ando meio travado nas palavras. A sintese não anda sendo processada.
O cérebro ta fritando, as maos nao acompanham...

Tá foda.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Tin tin

Na rima
de prima
Vai. Vai
e não cai...

Necessidade de mudanças e de prática dos planos longamente pensados...

Tin tin

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

eles nem sabem o que eu vim fazer aqui.

Incompreensivel pra gente muito velha e cansada.
Fraca, impaciente, tensa e todos os argumentos negativos possíveis para finalizar com a expectativa de vida e de açao real dentro da mesma.
Outro esquema, cheio de ligações, relações, experiencias. Comunicação e atençao dos sentidos do corpo. Só isso. Ouvir quando há de se ouvir. Sentir quando se necessita. Ver, além e ver além do desejo. Experimentar, quando já não há medo de não sentir e nem esperar conhecer o que há de sentir. Abraçar pra sentir calor, beijar pra oferecer calor...
Cumprimentar quem olha nos olhos...
Dar as mãos à quem conhece aos olhos.

E quando entrei aqui, queria ser ironico.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

nova poostagem

coisa rapida, simples sem muito trabalho nem muito pensamento
nenhum pensamento se possivel
soh brisa de som
o que se passa ao seu redor
as ondas quem escorrem de todas as direções
o brilho das fontes das quais elas desbocam...

Coisa rapida. Quanto maior a capacidade de captaçao maior a brisa

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Desorganizando

Mudando a cama de lugar, dirigindo na contra mão, escrevendo com a outra mão, vestindo roupa ao avesso e se desvestindo...

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Ao preceder

Foi o vento.
A brisa que está no alcance do céu.
Toca a alma antes do corpo.

Trasforma-se em palavras
resultado de mutação.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Uma brisa...

Se pah não tem uma resposta justa, é instinto e sintonia. A frequencia é ímpar e quase unica. Quando na mesma harmonia, um olhar demonstra o desejo do momento e o calor no ar a vontade de explodir. Em pleno teatro ao meio de um ato qualquer, na fila do banco pagando as contas cotidianas, no meio do parque apenas caminhando enquanto a vontade é de correr...

domingo, 6 de setembro de 2009

Sim, procede

Esquecem meus dados...
Esqueco meus caminhos...

Reconhecem pelo menos em partes.
Lembro da face o tempo todo.

Em outros mundos
criaria contos

No de hoje,
apenas conto.

Conto e espero...

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

O curso dos dias

Certas brisas não satisfazem.

Alguns caminhos não tem fim.

Movimentação contínua.

Pra nada e pra tudo.

Satisfação e dúvida.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Uma nova postagem

Sem significados
Soh vinho.

Falta dor no corpo, pra sentir estar vivo.
Falta acordar cedo e sentir a brisa cafeinistica que vem no primeiro gole
no grande motor.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

O final de uma frase precede.

Hora do vinho.
Vinho seco. 1,5 L.
Bate forte, estilo café sem açúcar.
Na pegada de jhonny mula...
38 jhonny mula com jota minúsculo.
J.M era um bêbado de primeira, nunca caía, nem virava os olhos e bebia.
Responsável pelo maior fígado represado de álcool que já se viu, vindo das terras da gozolândia, era mais um mito entre lendas. Nas terras de bangs, Thompson entre outros, J.M era o primo do meio, aquele que nunca ganhava presente no natal, ficava de fora das brincadeiras, era esquecido na oração da ceia e quando saía a passeio era arrastado por baixo da roleta ou ia pendurado no pau de arara, dependia da excursão e do destino. No sertão de ipiritipina, o pequeno jhonny depois de abandonado, ou esquecido, após a derrota da seleção na copa da frança, no bar do Pelé, se depara com a luz vinda da cana, a qual nos mantêm tranqüilos em noites mal dormidas e nos faz virar de costas para o sol enquanto durmimos. Sua primeira garrafa de pitu olha reluzente, enquanto o camarão de sete barbas chama nosso futuro herói em conserva.
Mais gostoso que brigadeiro com leite condensado ou colherada de nutella na cara, era aquela pitu quente fervendo em meio ao sertão que virou mar para a coragem do pequeno mula com jota minúsculo. Sua vida se transformou em prova de resistência contra pessoas caretas que tomam remédio para não beberem, seu discurso inflamado em todos os sentidos e direções descontruindo o sentido da abstinência e da sanidade mental pregada por homens que não são realmente homens e mentes pequenas que tem o limite proporcional ao cartão de credito, Diz Jhonny: sem adornos e ferramentas que possam redecorar os pensamentos e as paisagens desse tal planeta lama que seca mais à cada gota de bebida não bebida que deixa de realinhar os pensamentos e as freqüências dos louvadores de bolinho de bicho morto.
Um grande homem cheio de coragem e com espírito guerreiro ainda arranja tempo pra levar a vida como jardineiro e lutador de boxe nos finais de semana...

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Um vinho barato.

Uma máquina de escrever, o dedinho da mão esquerda, a letra A.
As vezes fico meio confuso, normalmente quando ainda em sanidade, em relaçao
aos meus discursos, dialéticas, retóricas, fenomenologias e outras nóias entra crônicas.
Procuro seres em situações piores e procuro afetar de algum modo, uma puta fazendo o corre de puta, pra compra o "gáz", ae voce pede fiado, do fundo do coração...

Ta vendo a brisa some.
Volta turva.
Some.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Um mundo pra cada bolha.

Gira, roda, muda de lugar e outras variáveis.
Ozzy vive no seu mundo.
Mick vive no seu mundo.
E por ae vai.
Pessoa vive no seu país
Bukowski em seu bar.
E por ae vai.

O desejo é a estrada, a ligação na fresta do horizonte
permite um passeio entre a interzona. Alguns não voltam, mas poucos chegam lá
e ousam por ela passá-la.
Quem retorna da última fronteira, nunca mais é o mesmo...

terça-feira, 28 de julho de 2009

Um quarto de hotel sujo

Café, sempre ali, do lado.
Preto, preto e fosco,
Cheio dos encostos e
mal olhados...

Continuo firme
Causo incomodo
Afirmo contradição

Um tanto sem saber o pq.

sábado, 25 de julho de 2009

A merda

Uma conversa esdruxula me faz lembrar da essencia
Da onde veio a vida, o big bang, adao e eva e até o tal do jesus cristo
Tudo vindo da merda.
As vezes olho pras pessoas e vejo que o maximo de sua produçao concreta no
planeta lama, nao passa de merda, aquela merda dura e dificil de sair do cu.
Dificuldade em se expressar...

.

12 horas de sono
15 horas de chuva
Ando fraco das ideias

Poderia fazer um conto maldito com ecos de vozerios vindos do inferno...
Quem sabe soh mais um aforismo qualquer pra passar o tempo matutino de
uma manha fria e úmida de inverno
Me resta o café, sempre ele, escuro, amargo e nem sempre forte.
Lhe vale a dialética do dia a dia...

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Bukowski teria orgulho...

Dos males, o maior
Dos bens, o pior
De mim, não te sobra nada

Olhos nos olhos
Um homem
Um qualquer

Hesitas?
Duvidas?
Invejas?
Atacas?

De mérito por mérito
Sou sempre o mais lembrado
Acredites nas palavras
Sem serem sagradas...

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Tropeçava na língua toda manhã
Os pulsos doem toda manhã
Não da pra guarda segredos tão mundanos
na vila alho...

sábado, 18 de julho de 2009

A carência de vicios.

Uma travessia de dimensoes, meus caninos foram os primeiros, me encontrava cercado, ar frio, provoquei pavor e pânico, estava tudo em ordem, da terra para o espaço, perfeita desordem.
Talvez fosse os diableros que me esperavam...

A ausencia do ser, não foi a mesma, um processo mais lento, uma escala cinza e um portal para outra dimensão.

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Vitor vicinho.
Viciado se foi.

sábado, 11 de julho de 2009

Um morador.

Na rua.
Nos bares.
Quebradas.
Motéis.

As vezes bem acompanhado, as vezes não.
Variavelmente com alguém que mentes.
Pra mim não, pois também minto.
Pra voce sim, absoluta certeza.

Suas mulheres, filhas e esposas.
Eu, Dorian, Wilde entre outros bastardos.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

No bueiro do bosque.

Um carteado com os viciados.
Não parece uma boa jogada.
Uma tragada com a putaiada.
Dependende da companhia...

Não vejo ratos, devia haver
Ratos, mais ratos por aqui.

Nem toda noite
tem graça por aqui.

Relativizado aos prazeres,
a busca desenfreada por eles
e a pausa, quando não os acha.

Volta pra casa,
sem alcançar a lua.
Sem voar.

Fora do jogo
Sem um trago
Dentro de si, ainda...
Esperas ganhar asas.

domingo, 5 de julho de 2009

Kabut!

Acabar como chamas no céu parece-me cair bem, no melhor estilo
de história sem fim, para acordar todos os meus vizinhos e suas crianças,
seria o que valha...
Sem cintos, sendo um astroboy, guardo meus tesouros atrás dessa porta no espaço,
no quarto de gregor samsa há muito além de poeira.
E já que não sei quem sou, voarei sem destino, sentirei minhas asas bailando na queda de Ades.
Sim, teremos chamadas perdidas, estarei aos jogos nos céus, apostando lírios e xícaras de café.
Caíram de meus bolsos os últimos trocados daquele que foi o novo dia de um novo tempo!
Somos a nova ordem, vinda de uma estrada suja com tijolos amarelos, onde caulfield aguardava sentado na margem do seu campo de centeio olhando o céu radiante.
Voa!!!

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Na expectativa de ser hiena...

O centésimo erro que se repete uma vez mais...
A insatisfação egoísta do homem...
Sequencias de reticências...
O falho.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Um berlo embolorando

Tava tudo ali, bem guardado.
Foi-se, foi-se tudo.
De uma forma gelada e instantânea.
Porém, intenso...

Ganja man comanda nos teclados, nheengatú sabe bem disso.

sábado, 27 de junho de 2009

Um título provocativo caíria bem para chamar a atenção

Movimentos, egoísmos, mentiras...
Necessidade?
Imposta...
Instintos.
Reprimidos...
Dúvidas?
Deus...
Mais dúvidas?
Barrabas.

Barba feita.
Acorda coçando a cara de marginal.
Era sonho.
De poucas palavras e atos.
Barba não feita
Dentes amarelos.
Porem sem cáries
Sorri sem medo.
Age sem exitar...
Joga, aposta, bebe, empresta, marca, ganha, perde, corre....
E o salvamento poderá não ocorrer no dia de hoje.

sábado, 20 de junho de 2009

O filho do sol e seus dozes seguidores...

Uma variável de alucinaçao infinita, e olha, começaram ja faz algum tempo.
Se pah, nem eh soh pra mim, assim na linguagem virtual, o que importa é se comunicar.
Sem retornos breves e contínuos. embala, acelera vai na onda, esquece a teoria, regras, leis, condiçoes e consequencias, depois de 24 horas acordados a gente conversa de novo.
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A força, é interna.
Nada mais que energia, nossa, pura ou suja, sua força.
Sente?
Se sentes, sentes pouco, ainda tem mais.
Ali, alem, alem do horizonte, do relogio, dos conceitos, dos tempos e de todo bla bla bla.

Vai, vai e perceberás que é seu.

domingo, 14 de junho de 2009

Buk,

As vezes olho para as pessoas e só penso na merda.
Na merda que cada um produz, vejo merda de todas as formas, cores e cheiros.
Em momentos em que para minha pobre pessoa cheia de colifórmios, tudo se resume a essência que produzimos.

sábado, 13 de junho de 2009

" Da janela não vejo ao fim"

O que se consideram absurdos.
Nem sempre gerei preocupaçoes.
Mas já andei muito preocupado...
Não mais.

Sociedades, tribos, clãs, crew, clubes, seitas...
Pessoas sem abraços, cheias de desconfianças e juízos de valores.
Palavras reconfiguradas de acordo com o escorrer do tempo.
Frases esquecidas pela falta de real valor do tempo.

Tem coisa boa na quebrada, te garanto.

Só faltam mais janelas abertas, mesmo ao vento frio, pra arrastar o cheiro e o velho, o mofo e o ja cansado correto, que pertence ao século passado.

Um brinde aos novos valores...

sábado, 30 de maio de 2009

Reconfigura a parada toda.

Taca fogo, taca fogo nos tais classicos chatos e achatados, livros cheios de pó, acentos e palavras já descartadas, kerouac, bukowski, hemingway, bakunin, diderot, esses ae geram esquema, o que a geração 2.0 www bidimensional vai querer com o cortiço, a senhora e essas miguelagens que nossos avós liam quando não existia nem controle remoto...
O controle é outro, a velocidade... E ainda pode haver um proceder, quem sabe, um pouco do século XX pode fazer bem para os futuros cidadãos perdidos desse tal país.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Papelparedetintacanetapincel.

Vanguarda é a fumaça.
Após a brasa.
Vida curta.
Em frente a sua face feia.

A culpa alheia.
Instável.
Escreve, escreve tudo.

O que lhe resta,
o resto da vida...

sexta-feira, 22 de maio de 2009

lisergia delay sintese livros bibliotecnia.

Sexta feira.
Careta.
Sem sono.

Há uma certa relação considerada errônea entre esses 3 itens.
Uma antítese do conteudo com o livro, ando me esforçando para utilizar os acentos
nos seus devidos lugares. Tanto faz...

Capacidade de síntese, de abstrair, adivinhação.
Shuffle, quem acertar a musica ganha.
Ganha...

A revolução não será televisionada.
Pcc não tem canal de tv e nem vai ter, o lance é canal no youtube, ae rola,
acessos contados reais patrocinios drogas armas organização.

Me lembra desordem, naquela pegada da tese gerar a anti tese e fazer dessa merda
alguma filosofia circular. Ae poe na globo e já era...

Já era a capacidade de abstraçao e todo o resto.
Desorganize.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

O segundo depois do ultimo
que vem do primeiro segundo
que é depois do primeiro.

Um mundo hidroponico.
Estéreo 2.0 28pol.
Em papel de seda cororido.

Sua droga não vale nada.

sábado, 16 de maio de 2009

Mais uma berga, multicolorida, no incoveniente, sem auto promoção, nem textos cheios de recomendas e diquinhas. huaahiahiahiuahiauh o proximo passo pra dominar o mundo eh
em papel de seda. Informaçao multi utilitaria, o fio que separa as dimensões.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Régis.

Implacável.



Régis zaroio.


Do pensamento a palavra.

Pula.

Pula o espaço do racíocinio...

Esqueçe o acento, assento...

Qual?

O assunto?

Hãn?

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Um comportamento destrutivel.
Uma revolução que acaba com o mesmo caráter do que destruiu.
Fica-se velho, semelhantes aos velhos que víamos, enquanto não havia revolução.
Barrigudo e sem muita disposição.
Nem se gosta mais do que se escreve, nem faz mais sentido o que se escreve.

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sábado, 25 de abril de 2009

Pretérito do futuro do tal do presento imperfeito

Minhas melhores palavras.
Meus piores erros.
Meus maiores comentarios.

Ficam perdidos entre prosa, doenças, vicios e poesias.
Bloco de notas, rascunho amassados, papeis amarelados e pensamentos ja voados.

O fino fica pra depois da morte. Quando não da mais pra reclamar, acham o seu melhor.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Em breve, helio pedra, jhonny gambá, entre outros amaldiçoados.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Escuro

O corre cada vez mais rápido, cada vez parece mais longe, retornos e recaídas, erros gráficos, extinções das lógicas e abertura para os erros de exceçoes.
Nações em chamas, individuos em brasas, rios de fogo.
Lama negra ao fim.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Mbps

Yeeeeeeeeeeee.
Muita cartas na mesa, próxima rodada é no 3!
Mais jogada a mesa. Produção, software livre, independência entre os membros.
Quase tudo ao mesmo tempo, duas moléculas se debatendo a fim de gerar uma faísca.
Salvação automática no mundo da velocidade relativizada.
Quando algo vem do inferno, pra onde ela vai depois?
E se forem vozes ecoando das quintas partes de outra dimensão...
Café.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

.,

Maconha que não da brisa.
Cérebro cafeínado e coberto com açucar...
Meus dentes caem e correm para fugir das palavras que não chegaram na língua, uma briga entre backspace e todo o resto do espaço.
O tempo, cada vez mais curto, cada vez mais na desordem, muitas parcelas de um pouco de cada, a televisão te espera...
Depende de como entender, nessa imagem, para o real. Mistura tudo e solte os braços para onde se quiser.

terça-feira, 10 de março de 2009

O café borbulha no estômago.
Me sinto um velho sem dentes.
O mestre me fez um escritos daqueles já amaldiçoados.
Na mente vários curtas metragens ao mesmo tempo no reverse 2X.
A berga vem acompanhada de colifórmios de pomba.
Já na merda do rato, a brisa é tudo tensa.

terça-feira, 3 de março de 2009

Ultimamente ando cambaleando, acredito que caminho fazendo merda, tudo errado, nada como devia ser, porém, através de uma oraçao subjuntiva de qualquer coisa que você possa comprar em lojas de conveniencia 24 horas que não abrem o dia todo ou por sites de vendae empréstimos, acredito pesadamente que o vacilo maior do pobre cotidiano do homem moderno amarrado a boletos bancarios e parcelas do cartão de crédito é o lixo de vida que levamos. Incoveniencia de minha parte espalhar por ae que todo esse trabalho não vai levar a lugar nenhum, prosperida pra mim seria uma terceira guerra mundial, a falencia de todos os poços de petroleo do mundo e um virus qualquer que eliminasse pessoas subdesenvolvida possuidas de um Q.I qualificado como baixo.
Um brinde a morte de todos.

domingo, 1 de março de 2009

Negação variavel da negação invariavel.

Minha linha composta por uma enorme descompostura se perde, deixa-se levar pela variação da maré. Vai da pobre prosa de algum perdido para a perdida poesia de alguem que não existe. A brisa inconstante dança de acordo com a bebida, café pela manhã, caxaça por qualquer momento, por qualquer trocado.

A paciencia de um buda sentado em um supositório que brilha no escuro.
Reflete sobre as novas regras de acentuação, as quais os mestres de obras, prostitutas, banqueiros e politicos que são partes da academia brasileira de letras não devem ter a minima noção.

Porra ainda insistem no lixo do machado de assiz para a pobre garotada semi analfabeta que tem como sonho assistir o Big Brother por 24 horas, classicos...
Classico é mad max, café sem açucar, maconha no papel de pão, ac dc.

Nem o pobre buda que se tornou decoração de reive, tem saco pra machado de assiz.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Carnaval
Cogumelo
Avenida
Brisa ácida
Escola de samba
Distorção
Orgulho nacional
Chapação até as cinzas
Motivo de viadagem
Correr nu pela madrugada
Bebida.

Tudo acaba na bebida, depois disso é outra brisa

domingo, 8 de fevereiro de 2009

?

Um desafio que tal?
Da-lhe um trago forte, enxarca a fumaça com uma dose de pinga...
Respira e pensa na fresta de luz que passa ser o outro lado do buraco negro.
Tudo não passa de uma grande brincadeira...
Algo muito mal pra você não se assustar, não, não consegue lhe dar com isso.
Nos meus bolsos estão os frutos disso tudo. Não é pra alguem como voce conseguir entender, a graça das coisas no fundo deve ser só essa.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Tudo por um comentário maldoso.

É eu to ligado que não sou alguem lá muito simpático, não acredito no obama e nem
na esperança de um mundo melhor.
Nas minhas variáveis falas injustificaveis, rolam pedras, as vezes precipitadamente...
E como você se sente sendo uma pedra a rolar?
(...)
Minha vitrola me abandona na sua falta de rotatividade, let bleed no aguardo na poeira.
Certas coisas me deixam puto, muito puto, sentado após a avalanche acendo um cigarro e me ponho a pensar, no desdenhar ao comentar...
Uma cachaça pode vir a ajudar o ponto da duvida.
Na responsa o pandeiro, a mãnha de se manter inteiro, é ae que pega, é ae que há...
Falta a dose da maria...
Roda de samba, só pra que é, sem espaço para os comentários de positividades e ajuda que só se repetem se for reciproco...
Não é assim que rola.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Meus dentes estão sujos,
minha garganta está podre,
meu café acabou,
meu fumo secou.
Mais um dia desses, que ficam por ae como um dia qualquer.
Tá na hora da revolução, pensa jorge twisted,o primeiro passo é...

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Ela me disse..

Eu não verifiquei meu endereço de email....
Sabia que google é deus?
Eu sou o contrario do que eu mesmo inventei.
Me faltam palavras para descrever o desejo hipnótico de atravessar todos os tipos de deserto que existem no meu quintal...
Correndo nu sem pausas, acende o baseado, tome seu café e vai vai vai vai vai.. . .. . .. . .........

Uma pausa para o chá, uma conversa com los diableros, roubo a carteira de alice e continuo agora a girar o corpo soa o alcool da semana passada e gira gira gira.
Faltam meus amigos imaginários, as vozes que ecoam do sétimo inferno, caronte não é nada perto do google....

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Bae Paxa

Vinho barato da venda da tia
agora tenho que desbaratinar todas as verdades entre as mentiras
do que já foi escrito em testamento...
Cuidem dos meus discos, abraçem-se todos na amplitude da falsidade ou do sentimento real escondido.
Azia
Vontade
Ressaca
Desejo
Loucura
Microfonia

Por hoje chega, um dia de cada vez, mesmo parecendo que nada mudou.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Rua do bosque.

A boca do lixo ou melhor, a tampa do esgoto de cosmocityrocker.
Uma garrafa de cachaça no banco de trás do carro.
Pra animar a festa, traveco disputa com nóia de pedra e coroa cegueta, disputa pesada pelo sexo pago aqui nas quebradas da roça.
A boemia old school tem uma certa recaída pela travecada, experiencia nova depois dos 60 anos tem que ser um petardo na cabeça com resto de cabelos brancos.
As frases mais ouvidas pelo mundo mágico do dinheiro facil e de grilos largos que gemem como se fossem virgens:

5 conto pra preda moço!

Oi amor, você é uma simpatia de pessoa.

Olha a teta desse traveco gostoso aqui.

Se pá eu sou a única mulher mais ou menos no pedaço.

Não to trabalhando hoje...


É truta assim funciona o sexo barato na rua do bosque dos cogumelos e cactos peyotes perdidos no super cosmos.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

999

Me anima que ainda existem bandas feitas d concreto e distorçao, agua pesada ta no talo, falencia cerebral da criançada, tsc tsc tsc, gente burra e ignorante.
Por ae, to sempre puto com a falta de autenticidade das garrafas de vodka barata embaladas em frascos de plastico. Com o tal do rock, do hardcore, do samba, da mpb, tambem me emputeio facilmente, a vontade maxima é gastar um taco de beisebol inteiro até ele quebrar...
Mas é foda meu camarada, entrei aqui pra falar de produçao literária, daquelas feitas aos berros por seres que não se adequam no perfil de uma boa sociedade e tem algum tipo de problema mental ou fisico.
Violão e castaneda, acorda cedo e vai trabalha, come a chefe, bebe a bebida da chefe, porra a chefe tá de férias e no melhor estilo bukowiskiano, apos amarras meus sapatos, "e agora o que eu devo fazer"...

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

!

A radio é samba!
Necessidade de produção escrita e minha mãe me acorda falando pra eu correr atras do meu diploma.
Mais um cidadão com diploma de nível superior...
Caminhemos ao que interessa, maconha, bumbo e caixa, guitarra com microfonia e textos, tentei me organizar entre meus escritos de psicose, loucura, nóias e devaneios, acabei aqui com um copo de café frio.
Tá foda, tá na hora de enfiar escritos sujos no rabo do povo! Impressão aos milhares e leitura em praça publica em voz alta por alguma garota gostosa.
Vo faze um jornal, decidido, literatura gonzo.
Fim.

Maria Lux vive bem em sua casa de fundos no terreno da avó quase morta, lá tem sol matinal das 10:23 até quase 11 horas é o seu pedacinho de céu, o que lhe resta entre as paredes mofadas das casas vizinhas. Nesses quase 45 minutos, chega perto de conseguir bronzear seu pequeno corpo de 193 kilos, coisa fina... Tinha até um namorado o emilio da horta, mas ela largou dele porque ele tava querendo parar de fumar maconha e de beber cachaça e o próximo passo seria parar de comer carne. AHHH qual é! Lux adoro um fuminho principalmente acompanhado de uma bacia de ovomaltine com leite condensado, é brisa na certa assistindo sessão da tarde e malhação, com nossa pequena maria o sonho não é diferente, o ideal é ser feliz e uma vida melhor no proximo ano o qual ela nem ta ligada que já começou...

domingo, 4 de janeiro de 2009

janeiro.

Café.
A cafeína volta a bater no cérebro, tudo fica mais rápido, quero tudo pra hoje e antes do almoço,
arroz frio e milho...
Porres homéricos e eternos nos ultimos 10 dias, não tinha nem tempo pro café, cerveja, cachaça, maconha, macarrão e porco frito na boa má companhia de alguns cachorros sarnentos que não descansam nem hesitam nunca.
Sabatth tomou conta do prédio inteiro durante alguns dias na pacata cidade de santos, só com ozzy, foda como uma puta querendo sexo fora do serviço.

A berga continua, a reação continua, a distorção continua, os fracos e frouxos desistem, viram crentes ou qualquer coisa assim.
Ae é hora do megafone: VAI TOMA NO CUUUUU

sábado, 3 de janeiro de 2009

Segundo la madre es falta de vitamina, para mi persona es muy alcool, muy alcool e porco...
Vamo v qualé q é a pegada loka desse começo d ano