segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Transcedental.

Velhos escritos com bits empoeirados perdidos em uma memória curta...
Lembro dos tempos da stoner house, boemia anonima com os jardins regados a conhaque e cobertos
de anfetamina além do café velho e ruim o qual ainda está no mesmo lugar ao lado
dos escritos que só fazem parte da psicodelia virtual perdida em devaneios alucinogenos.
Reginaldo puentes, nelson fun, barbosa entre outros visitantes da stoner me vem a mente
agora todos exalando fumaça e delirando ao som da grande radio livre que afetava até aos
visitantes mais distintos e comportados...
Comportados eram poucos, criativos alguns, perdidos todos.
Dificil um novo encontro entre os boemios socios da stoner, baladas interminaveis,
estradas sem fim e contas sem pagar, lembranças sujas e turvas de um portal para algum lugar
fora do mundo onde os vizinhos odiavam o cheiro de pó de café sendo queimado.

Variando entre o mundo de lá e o de cá...

sábado, 27 de setembro de 2008

Medida errada.

Sei la porra.
Nao to ligado nessa fita toda.
Da vontade de taca merda em todo mundo.
Carai.
Foda, tamos ae...
Sabado a noit, cansado, pobre e bebado, bonanzas e dividendos da vida...

Porra pra todo lado.

A berga ta por ae, nas qebrada, nos butecos da vida...
Uma pagina pra alguns eh demais, muito alem da conta,
quantidade infindavel de palavras e o maluco ainda quer
manter a banca de malandro...

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Baltazar maria

Baltazar acorda tarde, não tem emprego, perdeus os documentos, mora com os pais, nariz sangrando, cocaína da quebrada...
Nóia...
Gozo na cara da coroa, a tia tava carente, sem marido, sem pica, sem gozo. A porra foi parcialmente resolvida, estragou o aplique da velha, fico puta e não gozou...
Agora Baltazar quer monta uma gangue, daquelas que fazem camisetas e pixam muros, uauuuuu é a revolução, melhor que isso só se tiver sexo todo dia e receber por isso.
10e30 a quebrada já tá aberta, baltazar garoto prodigo pede 5 real pra sua avó pra compra uma berga, a vovó axa que é um doce...

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Algumas verdades estão sempre ae no coco do cotidiano,
se tornam vicios, doenças e até mentiras
escritos de várias semanas diferentes se misturam na memória e nas gavetas.
Algumas duvidas também estão sempre por ae
se tornam vicios, doenças e até verdades...
palavras no imperfeito, na mesma variação se confundem nos papéis e na cabeça...
Sempre tem alguem pra acabar comigo
Quem está em cima, me atropela
sem perdão baby, sem perdão...
Cristianismo barato criou o alcoolismo, a pedofilia e os impostos...
E eu não sou batizado, um brinde a mim...
Merda.
Roberta..., come on baby, entre no mundo da stoner house, onde os sonhos
são visiveis nas paredes das casas e nos amontoados de escritos e desenhos feitos
por todos os visitantes dessa casa, moradores de sonhos, sustentados por café,
conhaque, pinga e um pouco de um fumo da amsterdan paulista...
As vezes me perco em mim mesmo, escrevo sem me dar conta do que e depois
me reconhecer nas palavras perdidas as quais larguei em algum lugar por ae...

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Segunda feira flash back

Acorda cedo, lava o rosto, bebe café velho e frio...
Tudo tem café no meio.
Vai pra labuta, filho da puta.
Mais uma segunda feira com o rim seco e o figado se decompondo...
Flash back caraio, flash back do ultimo cogumelo de sabado, porra,
são oitos horas da manhã e tá xovendo uma parada amarela do céu, a tia da faxina
tá dançando a ula na mesa do refeitório e ta tudo derretendo...
Tem uma garota dando bola, ta querendo da tudo...
Parto pra dentro de cabeça na xota rosa que nunca foi xupada...
ela treme, treme e goza, nem sei mai ond eu to, país das maravilhas,
satisfação acida... gozo na boca...
já é hora do almoço...

sábado, 20 de setembro de 2008

Berga não disponivel

Filho da puta, sabado chuvoso do caralho, a quebrada não rola, sem berga disponivel,
How many more time o mais alto possivel nas caixinhas podres de som...
Café, minha unica diversão, frio como putas no final da noite depois de estarem anestesiadas
de tanta pedra, uma chupeta por duas pedra fiiiiiii....
Nesse clima de filme b, a alucinaçao cria o tal do diario no ingreis boqueta, psicodelias as avessas perdidas por aqui em momentos de loukura...