Fim de ano.
De sexta pra sábado...
De vinho pra cerva
De caxaça pro crack.
Caretice.
Tanto faz.
De um lugar alto
vendo o excesso de luzes
A mão não pode tocar.
O sorriso não da pra enxergar.
Uma nova era...
Qem dera.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Marcas no corpo
Sempre do lado direito
Cicatrizes, pancadas
ossos moídos.
O peso humano.
Uma poesia por um real.
No semáforo mais demorado.
Por favor...
Se o dia for bom
Vale paráfrases...
MEU CORAÇÃO É OCO!
MAS O MEU CORAÇÃO É SEU...
O sinal abre.
Verde de despedida.
Só a vejo em sonhos.
No limite da distância.
Permissão e segurança...
Discordo e parto pra cima
Me jogo.
Acordo.
NÃO, NÃO CONSIGO EVITAR...
Cicatrizes, pancadas
ossos moídos.
O peso humano.
Uma poesia por um real.
No semáforo mais demorado.
Por favor...
Se o dia for bom
Vale paráfrases...
MEU CORAÇÃO É OCO!
MAS O MEU CORAÇÃO É SEU...
O sinal abre.
Verde de despedida.
Só a vejo em sonhos.
No limite da distância.
Permissão e segurança...
Discordo e parto pra cima
Me jogo.
Acordo.
NÃO, NÃO CONSIGO EVITAR...
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Quinta feira...
É cedo, chove café pelos céus...
Da torneira principal sai whysky.
O corpo dói.
Os bolsos furados.
Tenho um chuveiro de duas bocas.
Me encontro falido.
Tem alguém no meu banheiro.
Não lembro com quem eu durmi.
Mais uma vala em meu quintal.
Se formar uma frase sem verbo,
ela vive...
Sabe a diferença de frase e oração?
Da torneira principal sai whysky.
O corpo dói.
Os bolsos furados.
Tenho um chuveiro de duas bocas.
Me encontro falido.
Tem alguém no meu banheiro.
Não lembro com quem eu durmi.
Mais uma vala em meu quintal.
Se formar uma frase sem verbo,
ela vive...
Sabe a diferença de frase e oração?
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Da cabeça aos pés
Sinto sede.
De vicios.
De alcool
de cafeína...
Alguém me chama.
Pisca a mensagem.
Chama a luz.
Despedida.
O coração sempre sofre.
A mente sempre processa.
A minha parte eu cumpro.
As marcas ficam.
No peito é que dói
Na cabeça passa
No peito a gente sente
Na cabeça a gente se desprende.
Do passado
Para o futuro
No presente.
O coração não é mais fraco que a cabeça.
De vicios.
De alcool
de cafeína...
Alguém me chama.
Pisca a mensagem.
Chama a luz.
Despedida.
O coração sempre sofre.
A mente sempre processa.
A minha parte eu cumpro.
As marcas ficam.
No peito é que dói
Na cabeça passa
No peito a gente sente
Na cabeça a gente se desprende.
Do passado
Para o futuro
No presente.
O coração não é mais fraco que a cabeça.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Levantei e corri.
Perdi o tempo.
Não contei os passos.
Nem vi obstáculos.
Corri.
Acordei.
Levantei e pisei
Senti o chão
O peso sobre as juntas
As marcas ao chão.
Decidi.
Do pretérito perfeito.
Fechei portas e janelas.
Da faísca as chamas.
Senti e vi.
_____________________________________________-
O corpo quente
Que não dorme
A mente quente
Que não mente
A alma
Que tente
A alma
Que tente.
Algo parecido
Longe de semelhante
O tempo passa
Atrasa e se estraga.
Perdi o tempo.
Não contei os passos.
Nem vi obstáculos.
Corri.
Acordei.
Levantei e pisei
Senti o chão
O peso sobre as juntas
As marcas ao chão.
Decidi.
Do pretérito perfeito.
Fechei portas e janelas.
Da faísca as chamas.
Senti e vi.
_____________________________________________-
O corpo quente
Que não dorme
A mente quente
Que não mente
A alma
Que tente
A alma
Que tente.
Algo parecido
Longe de semelhante
O tempo passa
Atrasa e se estraga.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Sair.
Eu morri.
Em condições contrárias.
Fim de mês.
Com dinheiro no bolso.
Convites pecaminosos.
E conectado a rede 2.0.
Eu fugi.
Com fumo do bom.
Uma caixa de fósforos.
Em meio a ventania.
Sobrevivi.
Aqui.
Daquele acidente,
logo ali.
Em condições metafóricas.
De modo metamorfoseado.
Em condições contrárias.
Fim de mês.
Com dinheiro no bolso.
Convites pecaminosos.
E conectado a rede 2.0.
Eu fugi.
Com fumo do bom.
Uma caixa de fósforos.
Em meio a ventania.
Sobrevivi.
Aqui.
Daquele acidente,
logo ali.
Em condições metafóricas.
De modo metamorfoseado.
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