Tentaram me render ao sono.
Para enterrar e me esconder
Podaram lhe as cabeças.
Em contos perdidos.
Os quais deixei sem final
Fugi do clube.
Matei a mim mesmo.
Rasguei cartas e R.G
Corri sem mais, nem porques.
Me dividi entre
pontos e virgulas
todas erradas.
Fiz sem ser.
Sem sentido
Na areia do mar.
Consegui descansar.
Sem enxergar.
________________________________________
Plantei poeira em meus jardins desertos.
Enraizeis cabeças de vento em terras férteis.
Gritei e esperei respostas de ecos mudos.
Tentaram meus sonhos roubar.
Dos meus bolsos furados, levaram todo o ar
Nao conseguia mais falar, ao pensar...
Queriam meus sonhos.
Atrapalhavam meus sonos.
Sem nenhum tipo de razão.
Uma crença maldita.
De tudo que passou
De tudo que restou
____________________________________
Não posso voltar
Coiotes famintos a esperar
Loucos pelo delirio
Famintos, segue-se o instinto
quarta-feira, 30 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Quase 6 meses sem durmir...
Entre outras tantas,
beleza na sua clareza
Paixão na sua excessão
Entre tantas outras...
Eticamente no errado
No errado o mais popular.
Um brinde as noites sujas.
__________________________________________
E se esvai a noite
Em um quarto escuro
O neon deixa de brilhar
A vida há de se esquecer
Senta, disfarça e chora.
Cartola na janela.
Pra ver a banda passar...
_________________________________________
Descobre-se nas estradas
Marca o chão
E se disfarça com o tempo.
Penso apenas em pensamento
Que pena
Que pouco
Que não se seja...
beleza na sua clareza
Paixão na sua excessão
Entre tantas outras...
Eticamente no errado
No errado o mais popular.
Um brinde as noites sujas.
__________________________________________
E se esvai a noite
Em um quarto escuro
O neon deixa de brilhar
A vida há de se esquecer
Senta, disfarça e chora.
Cartola na janela.
Pra ver a banda passar...
_________________________________________
Descobre-se nas estradas
Marca o chão
E se disfarça com o tempo.
Penso apenas em pensamento
Que pena
Que pouco
Que não se seja...
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Nos vicios dos vicios
2 garrafas por dia, sempre em prontidão.
Não importa por onde andas ou em qual estas.
Café.
Alguns tragos esporadicamente, mas sem perder o ritmo.
Respiração profunda, principalmente na neblina de noites frias.
Fumaça.
Traços para rabiscos, nem sempre entendidos.
É só pra quem é. Só pra quem tá.
Graf.
A idéia era outra.
A constancia de sair do real,
chega a dar inveja aos fracos e cansados.
A abstração e a invençao genealógica nem se fale.
A música marca o giro da roda.
Pra tragar, desenhar, viajar, caminhar.
Perdi a carona.
A escrita está enraizada em encostos
petrificados pela insistencia arcaica de
modos sociais....
Não importa por onde andas ou em qual estas.
Café.
Alguns tragos esporadicamente, mas sem perder o ritmo.
Respiração profunda, principalmente na neblina de noites frias.
Fumaça.
Traços para rabiscos, nem sempre entendidos.
É só pra quem é. Só pra quem tá.
Graf.
A idéia era outra.
A constancia de sair do real,
chega a dar inveja aos fracos e cansados.
A abstração e a invençao genealógica nem se fale.
A música marca o giro da roda.
Pra tragar, desenhar, viajar, caminhar.
Perdi a carona.
A escrita está enraizada em encostos
petrificados pela insistencia arcaica de
modos sociais....
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