terça-feira, 30 de junho de 2009

Um berlo embolorando

Tava tudo ali, bem guardado.
Foi-se, foi-se tudo.
De uma forma gelada e instantânea.
Porém, intenso...

Ganja man comanda nos teclados, nheengatú sabe bem disso.

sábado, 27 de junho de 2009

Um título provocativo caíria bem para chamar a atenção

Movimentos, egoísmos, mentiras...
Necessidade?
Imposta...
Instintos.
Reprimidos...
Dúvidas?
Deus...
Mais dúvidas?
Barrabas.

Barba feita.
Acorda coçando a cara de marginal.
Era sonho.
De poucas palavras e atos.
Barba não feita
Dentes amarelos.
Porem sem cáries
Sorri sem medo.
Age sem exitar...
Joga, aposta, bebe, empresta, marca, ganha, perde, corre....
E o salvamento poderá não ocorrer no dia de hoje.

sábado, 20 de junho de 2009

O filho do sol e seus dozes seguidores...

Uma variável de alucinaçao infinita, e olha, começaram ja faz algum tempo.
Se pah, nem eh soh pra mim, assim na linguagem virtual, o que importa é se comunicar.
Sem retornos breves e contínuos. embala, acelera vai na onda, esquece a teoria, regras, leis, condiçoes e consequencias, depois de 24 horas acordados a gente conversa de novo.
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A força, é interna.
Nada mais que energia, nossa, pura ou suja, sua força.
Sente?
Se sentes, sentes pouco, ainda tem mais.
Ali, alem, alem do horizonte, do relogio, dos conceitos, dos tempos e de todo bla bla bla.

Vai, vai e perceberás que é seu.

domingo, 14 de junho de 2009

Buk,

As vezes olho para as pessoas e só penso na merda.
Na merda que cada um produz, vejo merda de todas as formas, cores e cheiros.
Em momentos em que para minha pobre pessoa cheia de colifórmios, tudo se resume a essência que produzimos.

sábado, 13 de junho de 2009

" Da janela não vejo ao fim"

O que se consideram absurdos.
Nem sempre gerei preocupaçoes.
Mas já andei muito preocupado...
Não mais.

Sociedades, tribos, clãs, crew, clubes, seitas...
Pessoas sem abraços, cheias de desconfianças e juízos de valores.
Palavras reconfiguradas de acordo com o escorrer do tempo.
Frases esquecidas pela falta de real valor do tempo.

Tem coisa boa na quebrada, te garanto.

Só faltam mais janelas abertas, mesmo ao vento frio, pra arrastar o cheiro e o velho, o mofo e o ja cansado correto, que pertence ao século passado.

Um brinde aos novos valores...