Fim de ano.
De sexta pra sábado...
De vinho pra cerva
De caxaça pro crack.
Caretice.
Tanto faz.
De um lugar alto
vendo o excesso de luzes
A mão não pode tocar.
O sorriso não da pra enxergar.
Uma nova era...
Qem dera.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Marcas no corpo
Sempre do lado direito
Cicatrizes, pancadas
ossos moídos.
O peso humano.
Uma poesia por um real.
No semáforo mais demorado.
Por favor...
Se o dia for bom
Vale paráfrases...
MEU CORAÇÃO É OCO!
MAS O MEU CORAÇÃO É SEU...
O sinal abre.
Verde de despedida.
Só a vejo em sonhos.
No limite da distância.
Permissão e segurança...
Discordo e parto pra cima
Me jogo.
Acordo.
NÃO, NÃO CONSIGO EVITAR...
Cicatrizes, pancadas
ossos moídos.
O peso humano.
Uma poesia por um real.
No semáforo mais demorado.
Por favor...
Se o dia for bom
Vale paráfrases...
MEU CORAÇÃO É OCO!
MAS O MEU CORAÇÃO É SEU...
O sinal abre.
Verde de despedida.
Só a vejo em sonhos.
No limite da distância.
Permissão e segurança...
Discordo e parto pra cima
Me jogo.
Acordo.
NÃO, NÃO CONSIGO EVITAR...
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Quinta feira...
É cedo, chove café pelos céus...
Da torneira principal sai whysky.
O corpo dói.
Os bolsos furados.
Tenho um chuveiro de duas bocas.
Me encontro falido.
Tem alguém no meu banheiro.
Não lembro com quem eu durmi.
Mais uma vala em meu quintal.
Se formar uma frase sem verbo,
ela vive...
Sabe a diferença de frase e oração?
Da torneira principal sai whysky.
O corpo dói.
Os bolsos furados.
Tenho um chuveiro de duas bocas.
Me encontro falido.
Tem alguém no meu banheiro.
Não lembro com quem eu durmi.
Mais uma vala em meu quintal.
Se formar uma frase sem verbo,
ela vive...
Sabe a diferença de frase e oração?
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Da cabeça aos pés
Sinto sede.
De vicios.
De alcool
de cafeína...
Alguém me chama.
Pisca a mensagem.
Chama a luz.
Despedida.
O coração sempre sofre.
A mente sempre processa.
A minha parte eu cumpro.
As marcas ficam.
No peito é que dói
Na cabeça passa
No peito a gente sente
Na cabeça a gente se desprende.
Do passado
Para o futuro
No presente.
O coração não é mais fraco que a cabeça.
De vicios.
De alcool
de cafeína...
Alguém me chama.
Pisca a mensagem.
Chama a luz.
Despedida.
O coração sempre sofre.
A mente sempre processa.
A minha parte eu cumpro.
As marcas ficam.
No peito é que dói
Na cabeça passa
No peito a gente sente
Na cabeça a gente se desprende.
Do passado
Para o futuro
No presente.
O coração não é mais fraco que a cabeça.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Levantei e corri.
Perdi o tempo.
Não contei os passos.
Nem vi obstáculos.
Corri.
Acordei.
Levantei e pisei
Senti o chão
O peso sobre as juntas
As marcas ao chão.
Decidi.
Do pretérito perfeito.
Fechei portas e janelas.
Da faísca as chamas.
Senti e vi.
_____________________________________________-
O corpo quente
Que não dorme
A mente quente
Que não mente
A alma
Que tente
A alma
Que tente.
Algo parecido
Longe de semelhante
O tempo passa
Atrasa e se estraga.
Perdi o tempo.
Não contei os passos.
Nem vi obstáculos.
Corri.
Acordei.
Levantei e pisei
Senti o chão
O peso sobre as juntas
As marcas ao chão.
Decidi.
Do pretérito perfeito.
Fechei portas e janelas.
Da faísca as chamas.
Senti e vi.
_____________________________________________-
O corpo quente
Que não dorme
A mente quente
Que não mente
A alma
Que tente
A alma
Que tente.
Algo parecido
Longe de semelhante
O tempo passa
Atrasa e se estraga.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Sair.
Eu morri.
Em condições contrárias.
Fim de mês.
Com dinheiro no bolso.
Convites pecaminosos.
E conectado a rede 2.0.
Eu fugi.
Com fumo do bom.
Uma caixa de fósforos.
Em meio a ventania.
Sobrevivi.
Aqui.
Daquele acidente,
logo ali.
Em condições metafóricas.
De modo metamorfoseado.
Em condições contrárias.
Fim de mês.
Com dinheiro no bolso.
Convites pecaminosos.
E conectado a rede 2.0.
Eu fugi.
Com fumo do bom.
Uma caixa de fósforos.
Em meio a ventania.
Sobrevivi.
Aqui.
Daquele acidente,
logo ali.
Em condições metafóricas.
De modo metamorfoseado.
sábado, 20 de novembro de 2010
Todas as minhas senhas...
...em troca de um novo coração.
Pode ser usado, mas sem lembranças, por favor.
Sem o gosto do café e o do sofrer.
Não necessita de risos e abraços.
Sem lembranças por favor...
Estamos ae, observando o pulsar
Pulsando, evitando esperar.
A gente segue.
Sem comentários
Sem visitas.
Nem tapete de boas vindas.
Traga bebida, livros e boas idéias.
Será bem vindo para a roda de conversas
De modo intríseco, poucos selecionados.
As lembranças por favor...
Pode ser usado, mas sem lembranças, por favor.
Sem o gosto do café e o do sofrer.
Não necessita de risos e abraços.
Sem lembranças por favor...
Estamos ae, observando o pulsar
Pulsando, evitando esperar.
A gente segue.
Sem comentários
Sem visitas.
Nem tapete de boas vindas.
Traga bebida, livros e boas idéias.
Será bem vindo para a roda de conversas
De modo intríseco, poucos selecionados.
As lembranças por favor...
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Exames científicos com humanos.
Mais preciso do que com ratos.
O custo é quase o mesmo.
Na sarjeta a vida vale pouco.
O rato não tem escolha.
E faz menos peso na terra.
Não caga e joga agua limpa em cima.
Não come e deixa a embalagem por ae.
Não erra, nem justifica.
Não rouba e nem mata.
Para o outro.
Egoísmo.
Justificativa pra tudo.
Fuga divina pra todos.
Medo e covardia entre vários.
Bom senso pra poucos.
Mais preciso do que com ratos.
O custo é quase o mesmo.
Na sarjeta a vida vale pouco.
O rato não tem escolha.
E faz menos peso na terra.
Não caga e joga agua limpa em cima.
Não come e deixa a embalagem por ae.
Não erra, nem justifica.
Não rouba e nem mata.
Para o outro.
Egoísmo.
Justificativa pra tudo.
Fuga divina pra todos.
Medo e covardia entre vários.
Bom senso pra poucos.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Na sarna
O Cachorro coça onde não morde.
Abana pra não dizer.
Late pra não morrer.
E se coça.
Preso.
Refém de pulgas.
A mercê do homem.
O homem que coça.
que morde.
Sem ter o que dizer.
Com medo do morrer.
Abana pra não dizer.
Late pra não morrer.
E se coça.
Preso.
Refém de pulgas.
A mercê do homem.
O homem que coça.
que morde.
Sem ter o que dizer.
Com medo do morrer.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Demora...
Sempre algo à se modificar.
Transe constante em inconstância.
Vocabulário dos grandes
Memória em dribles estonteantes
falha.
Os vícios de sempre...
Pra boa discussão em rodas
os poucos...
Legaliza.
Legaliza tudo.
Altas tarifas.
Várias as bocas.
Cheias de dentes
e falsos sorrisos
a se sustentar...
Transe constante em inconstância.
Vocabulário dos grandes
Memória em dribles estonteantes
falha.
Os vícios de sempre...
Pra boa discussão em rodas
os poucos...
Legaliza.
Legaliza tudo.
Altas tarifas.
Várias as bocas.
Cheias de dentes
e falsos sorrisos
a se sustentar...
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Fora dos eixos.
Não sou radical o suficiente
Nem racional o necessário
Alguns se afastam
Outros nem notam.
Apenas observo.
Noto o detalhe da traição.
O desvio no olhar que denuncia.
A maioria nem imagina.
Nessa parte, absoluto.
Olhos nos olhos.
Não acredita em mim.
Falo, tento, explico
Canto, grito, rabisco.
Nos muros, na pele, no ar.
E por telefones, fios e linha.
Me perco em pedaços jogados
na sarjeta.
Nem racional o necessário
Alguns se afastam
Outros nem notam.
Apenas observo.
Noto o detalhe da traição.
O desvio no olhar que denuncia.
A maioria nem imagina.
Nessa parte, absoluto.
Olhos nos olhos.
Não acredita em mim.
Falo, tento, explico
Canto, grito, rabisco.
Nos muros, na pele, no ar.
E por telefones, fios e linha.
Me perco em pedaços jogados
na sarjeta.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Mudança brusca
O assunto era outro.
O mal no homem desvia.
O curso da natureza
E minhas idéias.
Pensando em jogar sujo.
Repetimos lances.
Nem sempre constantes.
Quase nunca valendo.
Perde quem não presta atençao
Quem é novo no jogo.
Pecado e perdedor.
O mal no homem desvia.
O curso da natureza
E minhas idéias.
Pensando em jogar sujo.
Repetimos lances.
Nem sempre constantes.
Quase nunca valendo.
Perde quem não presta atençao
Quem é novo no jogo.
Pecado e perdedor.
Repete.
O estranhamento no peito.
O frio na barriga.
O calor nas mãos.
As palavras escritas.
Feitas para enganar.
O orgulho e egoísmo.
Ser humano.
Ser enganado
Trapaceado
Derrubado
Nas melhores familias.
O frio na barriga.
O calor nas mãos.
As palavras escritas.
Feitas para enganar.
O orgulho e egoísmo.
Ser humano.
Ser enganado
Trapaceado
Derrubado
Nas melhores familias.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Pressiona ESC
Risada sem graça
Piada sem graça
Fexa, bloqueia, deleta
Finge que não conhece.
Tem algo dentro de mim
Parecido com o Inferno
Em um copo pela metade.
Piada sem graça
Fexa, bloqueia, deleta
Finge que não conhece.
Tem algo dentro de mim
Parecido com o Inferno
Em um copo pela metade.
Inconstancia.
Desequilibrio repentino.
Deitado olhando ao teto.
A dúvida já dorme ao lado,
em dias normais...
Café, conhaque.
Velhos e novos,
constantes e inconstantes
vicios.
Acabou.
Levanta, ergue as calças,
pausa pra vírgula que justifica
a pressa ao atraso.
Inconstante.
Velho safado.
Boemio perdido.
Tanto faz...
Minhas melhores palavras
não são pra voce.
Deitado olhando ao teto.
A dúvida já dorme ao lado,
em dias normais...
Café, conhaque.
Velhos e novos,
constantes e inconstantes
vicios.
Acabou.
Levanta, ergue as calças,
pausa pra vírgula que justifica
a pressa ao atraso.
Inconstante.
Velho safado.
Boemio perdido.
Tanto faz...
Minhas melhores palavras
não são pra voce.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Postagem direta do céu...
Será o mesmo de sempre?
E se mudou...
Grandes muralhas não costumam guardar muita coisa.
O tempo escorre
Uma hora você se torna tempo.
Escorre pelas mãos.
Areia quente.
Adeus.
E se mudou...
Grandes muralhas não costumam guardar muita coisa.
O tempo escorre
Uma hora você se torna tempo.
Escorre pelas mãos.
Areia quente.
Adeus.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Querer com der.
eu quero ter uma banda
original
com fotolog oficial
quero ter uma banda
que faça show
que cante uou uou uou ,
uma banda que faça sucesso!
se voce pedir,
eu peço!
original
com fotolog oficial
quero ter uma banda
que faça show
que cante uou uou uou ,
uma banda que faça sucesso!
se voce pedir,
eu peço!
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Exorcismo, terapia, sessão psiquiatrica, vudu, macumba, poker, truco, conhaque e futebol aos domingos.
Nada funciona.
Carrego corpos no porta malas.
Aposto sempre no mais fraco.
Tenho fé na raiva.
Sempre trombo os mesmos fantasmas.
Com o mesmo papo, só muda o sujeito.
O espectador sou eu.
O espectro é você.
Nada funciona.
Carrego corpos no porta malas.
Aposto sempre no mais fraco.
Tenho fé na raiva.
Sempre trombo os mesmos fantasmas.
Com o mesmo papo, só muda o sujeito.
O espectador sou eu.
O espectro é você.
domingo, 25 de julho de 2010
Aguarde sua senha.
Com os dedos cheios de limbo
O corpo completo em lama.
Defronte um espelho d`agua
Ve seu proprio rosto a escorrer.
O pensamente de não ter o que fazer.
Toma conta de todos.
Não nos deixam sonhar...
Não nos deixam sonhar...
O corpo completo em lama.
Defronte um espelho d`agua
Ve seu proprio rosto a escorrer.
O pensamente de não ter o que fazer.
Toma conta de todos.
Não nos deixam sonhar...
Não nos deixam sonhar...
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Na sarjeta
Construi um sobrado na sarjeta.
Levei meu sofá, ganhei uma sobremesa.
Uma vara de pesca e uma luneta.
Da varanda pesquei nas corredeiras bueiro abaixo.
Usei de isca tolices
Fisguei falsas e momentaneas esperanças.
Joguei aos céus.
Decorei os comodos com rascunhos e jornais velhos.
Pesquisei das piores as menores.
Sonhei, acordei e anotei.
Meses atras...
Levei meu sofá, ganhei uma sobremesa.
Uma vara de pesca e uma luneta.
Da varanda pesquei nas corredeiras bueiro abaixo.
Usei de isca tolices
Fisguei falsas e momentaneas esperanças.
Joguei aos céus.
Decorei os comodos com rascunhos e jornais velhos.
Pesquisei das piores as menores.
Sonhei, acordei e anotei.
Meses atras...
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Uma nova postagem de um velho tema.
Abrir os olhos e não conseguir levantar.
A mesma eterna sede sem cessar.
Já amanheceu mais uma vez.
Repetido o pensamento sem parar.
A ordem era correr no ritmo
que a musica nos faz dançar...
Café e mais café
Palavras de ordem
pixadas no muro...
Em mim o que é seu.
Nunca vai mudar...
A mesma eterna sede sem cessar.
Já amanheceu mais uma vez.
Repetido o pensamento sem parar.
A ordem era correr no ritmo
que a musica nos faz dançar...
Café e mais café
Palavras de ordem
pixadas no muro...
Em mim o que é seu.
Nunca vai mudar...
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Sua mensagem nao pode ser entregue.
Não se encontra de nenhum modo.
Não aparece em nenhum lugar.
E eu corro.
Grito.
As vezes tenho sorte.
Mas sempre enjoo.
As moedas nos meus bolsos...
não condiz com meus valores.
Palavras repetidas soam medíocres.
Temas repetidos completam ciclos de horas erradas.
Sentimentos repetidos sendo repetitivos
Ainda conseguem acabar comigo.
Não aparece em nenhum lugar.
E eu corro.
Grito.
As vezes tenho sorte.
Mas sempre enjoo.
As moedas nos meus bolsos...
não condiz com meus valores.
Palavras repetidas soam medíocres.
Temas repetidos completam ciclos de horas erradas.
Sentimentos repetidos sendo repetitivos
Ainda conseguem acabar comigo.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Dos meus bolsos.
Tentaram me render ao sono.
Para enterrar e me esconder
Podaram lhe as cabeças.
Em contos perdidos.
Os quais deixei sem final
Fugi do clube.
Matei a mim mesmo.
Rasguei cartas e R.G
Corri sem mais, nem porques.
Me dividi entre
pontos e virgulas
todas erradas.
Fiz sem ser.
Sem sentido
Na areia do mar.
Consegui descansar.
Sem enxergar.
________________________________________
Plantei poeira em meus jardins desertos.
Enraizeis cabeças de vento em terras férteis.
Gritei e esperei respostas de ecos mudos.
Tentaram meus sonhos roubar.
Dos meus bolsos furados, levaram todo o ar
Nao conseguia mais falar, ao pensar...
Queriam meus sonhos.
Atrapalhavam meus sonos.
Sem nenhum tipo de razão.
Uma crença maldita.
De tudo que passou
De tudo que restou
____________________________________
Não posso voltar
Coiotes famintos a esperar
Loucos pelo delirio
Famintos, segue-se o instinto
Para enterrar e me esconder
Podaram lhe as cabeças.
Em contos perdidos.
Os quais deixei sem final
Fugi do clube.
Matei a mim mesmo.
Rasguei cartas e R.G
Corri sem mais, nem porques.
Me dividi entre
pontos e virgulas
todas erradas.
Fiz sem ser.
Sem sentido
Na areia do mar.
Consegui descansar.
Sem enxergar.
________________________________________
Plantei poeira em meus jardins desertos.
Enraizeis cabeças de vento em terras férteis.
Gritei e esperei respostas de ecos mudos.
Tentaram meus sonhos roubar.
Dos meus bolsos furados, levaram todo o ar
Nao conseguia mais falar, ao pensar...
Queriam meus sonhos.
Atrapalhavam meus sonos.
Sem nenhum tipo de razão.
Uma crença maldita.
De tudo que passou
De tudo que restou
____________________________________
Não posso voltar
Coiotes famintos a esperar
Loucos pelo delirio
Famintos, segue-se o instinto
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Quase 6 meses sem durmir...
Entre outras tantas,
beleza na sua clareza
Paixão na sua excessão
Entre tantas outras...
Eticamente no errado
No errado o mais popular.
Um brinde as noites sujas.
__________________________________________
E se esvai a noite
Em um quarto escuro
O neon deixa de brilhar
A vida há de se esquecer
Senta, disfarça e chora.
Cartola na janela.
Pra ver a banda passar...
_________________________________________
Descobre-se nas estradas
Marca o chão
E se disfarça com o tempo.
Penso apenas em pensamento
Que pena
Que pouco
Que não se seja...
beleza na sua clareza
Paixão na sua excessão
Entre tantas outras...
Eticamente no errado
No errado o mais popular.
Um brinde as noites sujas.
__________________________________________
E se esvai a noite
Em um quarto escuro
O neon deixa de brilhar
A vida há de se esquecer
Senta, disfarça e chora.
Cartola na janela.
Pra ver a banda passar...
_________________________________________
Descobre-se nas estradas
Marca o chão
E se disfarça com o tempo.
Penso apenas em pensamento
Que pena
Que pouco
Que não se seja...
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Nos vicios dos vicios
2 garrafas por dia, sempre em prontidão.
Não importa por onde andas ou em qual estas.
Café.
Alguns tragos esporadicamente, mas sem perder o ritmo.
Respiração profunda, principalmente na neblina de noites frias.
Fumaça.
Traços para rabiscos, nem sempre entendidos.
É só pra quem é. Só pra quem tá.
Graf.
A idéia era outra.
A constancia de sair do real,
chega a dar inveja aos fracos e cansados.
A abstração e a invençao genealógica nem se fale.
A música marca o giro da roda.
Pra tragar, desenhar, viajar, caminhar.
Perdi a carona.
A escrita está enraizada em encostos
petrificados pela insistencia arcaica de
modos sociais....
Não importa por onde andas ou em qual estas.
Café.
Alguns tragos esporadicamente, mas sem perder o ritmo.
Respiração profunda, principalmente na neblina de noites frias.
Fumaça.
Traços para rabiscos, nem sempre entendidos.
É só pra quem é. Só pra quem tá.
Graf.
A idéia era outra.
A constancia de sair do real,
chega a dar inveja aos fracos e cansados.
A abstração e a invençao genealógica nem se fale.
A música marca o giro da roda.
Pra tragar, desenhar, viajar, caminhar.
Perdi a carona.
A escrita está enraizada em encostos
petrificados pela insistencia arcaica de
modos sociais....
domingo, 6 de junho de 2010
domingo, 30 de maio de 2010
Ao entregar os pontos.
Levante-se e saía da mesa.
Sem pedir licença.
Não há grande espanto.
A tolice reina e dança com a ignorancia.
Desconsidere minha postura.
Aprendi a ignorar, com o la fora me concentrar.
Não abra discussão, sem saber a ordem gramatical da frase toda.
Diferença da poesia da prosa.
Sem discursos. Por favor.
São tantas as coisas que deixamos de fazer.
Somos culpados por nada.
______________________________________________-
Sem pedir licença.
Não há grande espanto.
A tolice reina e dança com a ignorancia.
Desconsidere minha postura.
Aprendi a ignorar, com o la fora me concentrar.
Não abra discussão, sem saber a ordem gramatical da frase toda.
Diferença da poesia da prosa.
Sem discursos. Por favor.
São tantas as coisas que deixamos de fazer.
Somos culpados por nada.
______________________________________________-
sábado, 29 de maio de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
Entre bêbadas cançoes
No fio da sarjeta.
Equilibrando trocados
para o dia seguinte.
Jogando garrafas
ao som do vento.
Onde o vento para.
A gente inventa,
dança e canta.
Sem treta com a encanaçao
das palavras e ponto.
Equilibrando trocados
para o dia seguinte.
Jogando garrafas
ao som do vento.
Onde o vento para.
A gente inventa,
dança e canta.
Sem treta com a encanaçao
das palavras e ponto.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
A procura do som
A carne é fraca
A cabeça é dura.
O dia se faz lembrar
A noite se faz, fazer.
Cada vez um pouco de dor
Um tanto de sou.
Certeza do que se fazer,
acompanhado do não poder.
Dúvida do que não se ater,
sempre cheio do querer.
A cabeça é dura.
O dia se faz lembrar
A noite se faz, fazer.
Cada vez um pouco de dor
Um tanto de sou.
Certeza do que se fazer,
acompanhado do não poder.
Dúvida do que não se ater,
sempre cheio do querer.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
sábado, 1 de maio de 2010
novas palavras.
inventadas na estrada
na caminhada para o nada
palavras parafraseadas.
aceitaria uma xícara.
de ideia com os maluco.
sozinho no absoluto.
fazendo do céu estrelado
nossa casa.
aberta a convidados
bem intencionados.
sem sono
continuo deitado
na caminhada para o nada
palavras parafraseadas.
aceitaria uma xícara.
de ideia com os maluco.
sozinho no absoluto.
fazendo do céu estrelado
nossa casa.
aberta a convidados
bem intencionados.
sem sono
continuo deitado
boas lonjuras...
andando sempre por lugares indevidos,
nas ruas mais sujas.
o ser humano, e seu rastro...
me apaixonando sempre,
pela pessoa errada,
no nome que mais convem a alma.
mais uma noite suja,
incompleta, a sede eterna pede.
insaciavel na bebida, na fumaça
nas parcerias e as vezes nas palavras.
quando se faz valer.
quando se faz matar a sede.
nas ruas mais sujas.
o ser humano, e seu rastro...
me apaixonando sempre,
pela pessoa errada,
no nome que mais convem a alma.
mais uma noite suja,
incompleta, a sede eterna pede.
insaciavel na bebida, na fumaça
nas parcerias e as vezes nas palavras.
quando se faz valer.
quando se faz matar a sede.
domingo, 25 de abril de 2010
Eu voltei
e cai e bebi.
saí de tantos
desencontros
desencantos...
ergui, bati
sacudi.
desalento nato
dores e marcas
transcedentais.
saí de tantos
desencontros
desencantos...
ergui, bati
sacudi.
desalento nato
dores e marcas
transcedentais.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Dia do bode.
A natureza avisa.
Rupturas contínuas em fragmentos por todo o mundo é o sinal.
Baphomet está chegando.
Vem pelas nuvens mais negras
Sobe com a lava do centro da terra.
Preenchem várias páginas do google.
É nomeado pai de vários bastardos
que caírão em desgraça...
Tambores com pele humana e percussões de ossos
ditam o ritmo da marcha.
Na próxima noite é melhor não durmir.
Rupturas contínuas em fragmentos por todo o mundo é o sinal.
Baphomet está chegando.
Vem pelas nuvens mais negras
Sobe com a lava do centro da terra.
Preenchem várias páginas do google.
É nomeado pai de vários bastardos
que caírão em desgraça...
Tambores com pele humana e percussões de ossos
ditam o ritmo da marcha.
Na próxima noite é melhor não durmir.
terça-feira, 13 de abril de 2010
Troca de turnos.
E quando não há mais nada para ler e o mundo confirma que a merda
é cada vez maior e cada vez mais cara, acaba o tempo de serviço.
Um caminhar de tempo para tentar avistar o ócio.
Mas não se permite.
Passos dados na teoria...
Dao vexame na pratica.
é cada vez maior e cada vez mais cara, acaba o tempo de serviço.
Um caminhar de tempo para tentar avistar o ócio.
Mas não se permite.
Passos dados na teoria...
Dao vexame na pratica.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Em contínua desvantagem...
Más notícias pros humanóides:
Nao haverá nenhum tipo de perdão.
Mulheres e crianças primeiro,
pessoas feias por ultimo.
Na fila dos vicios,
o mais proximo da morte
vem primeiro.
O sono dos justos para
os estranhos e atrasados humanoides
apenas um resto de hora
na posiçao vertical.
Traje obrigatório para humanoides hostis.
Sempre vestido de ternos grossos e sapatos de lama.
Visitas intimas apenas no mangue.
Por enquanto, assim se encontra o front.
Nao haverá nenhum tipo de perdão.
Mulheres e crianças primeiro,
pessoas feias por ultimo.
Na fila dos vicios,
o mais proximo da morte
vem primeiro.
O sono dos justos para
os estranhos e atrasados humanoides
apenas um resto de hora
na posiçao vertical.
Traje obrigatório para humanoides hostis.
Sempre vestido de ternos grossos e sapatos de lama.
Visitas intimas apenas no mangue.
Por enquanto, assim se encontra o front.
domingo, 11 de abril de 2010
Born to be wild?
Notícias extra front.
A tradição motociclistica ja não se faz mais a mesma.
Pra variar os fluxos de conversas e pensamentos sobre tal, nem mesmo raul seixas
parecia ser raul. A metamorfose tava mais com cara de pedra, daquelas mortas.
Coletes de clubes feitos na impressão digital, sem nenhum esforço de trabalho manual,
modernidades da vida, va la...
Porem limpos, limpos demais para ser um colete de um motociclista na tal busca da liberdade através da estrada e da terra do mundo como cama e quintal.
Não haviam humanóides em extase como se algo tivesse valor, pelo minimo que fosse.
A pinga continua da boa.
A mesma barraquinha do lado do capeta.
Anos de tradição, a preço barato e alegria plena a curto prazo.
Novidades eletronicas transcendendo ao retorno do mundo primitivo e sem significados
de grande lógica se integraram a tal festa das duas rodas
Uma grande balela sem um boa frequencia em comum entre as pessoas.
Nem preciso falar sobre o tal do dinheiro.
A tradição motociclistica ja não se faz mais a mesma.
Pra variar os fluxos de conversas e pensamentos sobre tal, nem mesmo raul seixas
parecia ser raul. A metamorfose tava mais com cara de pedra, daquelas mortas.
Coletes de clubes feitos na impressão digital, sem nenhum esforço de trabalho manual,
modernidades da vida, va la...
Porem limpos, limpos demais para ser um colete de um motociclista na tal busca da liberdade através da estrada e da terra do mundo como cama e quintal.
Não haviam humanóides em extase como se algo tivesse valor, pelo minimo que fosse.
A pinga continua da boa.
A mesma barraquinha do lado do capeta.
Anos de tradição, a preço barato e alegria plena a curto prazo.
Novidades eletronicas transcendendo ao retorno do mundo primitivo e sem significados
de grande lógica se integraram a tal festa das duas rodas
Uma grande balela sem um boa frequencia em comum entre as pessoas.
Nem preciso falar sobre o tal do dinheiro.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Esperando noíticias
Aos desavisados, aos leitores vorazes dos caracteres surreais, a todos na função inoperante de alfabetizado, trago notícias do reino da lisergia, do rei lisérgico,
do trono da barata que reina em nossos esgotos, fazendo política e dividindo território com vossos amigos ratos e ratazanas.
Tatus de chuteiras escalando barrancos, se posicionando na linha de frent do front.
Chuva ácida produzindo cogumelos mutantes armados de cascos de vacas prenhas.
E o jornal dos humanóides se repete, cheio de notícias amarelas que não impedem que a rotação e translação do planeta lama se direcione pro bem posicionado kaos, que espera uma nova era.
Em breve mais notícias, fora do meu horário de serviço
do trono da barata que reina em nossos esgotos, fazendo política e dividindo território com vossos amigos ratos e ratazanas.
Tatus de chuteiras escalando barrancos, se posicionando na linha de frent do front.
Chuva ácida produzindo cogumelos mutantes armados de cascos de vacas prenhas.
E o jornal dos humanóides se repete, cheio de notícias amarelas que não impedem que a rotação e translação do planeta lama se direcione pro bem posicionado kaos, que espera uma nova era.
Em breve mais notícias, fora do meu horário de serviço
domingo, 4 de abril de 2010
Na caminhada cósmica.
Na chuva, brilhando fuosforecente.
Azul de céu escuro.
Cheio da vida de outro mundo.
Parada rápida, pelas portas do fundo
pula a mureta e gruda no rabo do que passa voando.
Na alvorada de jupiter.
Dançando com as luas de plutao
E um pouco de chuva.
Azul de céu escuro.
Cheio da vida de outro mundo.
Parada rápida, pelas portas do fundo
pula a mureta e gruda no rabo do que passa voando.
Na alvorada de jupiter.
Dançando com as luas de plutao
E um pouco de chuva.
terça-feira, 30 de março de 2010
sábado, 27 de março de 2010
.
sabado, ainda sabado, antes da meia noite,
um pouco alcoolizado.
se faz necessário acordar cedo
e não errar nenhum caracter.
já errei. de novo. errei.
sentar, ler e escolher.
dores no corpo
um cancer do lado direito
criaçoes do lado esquerdo
dúvidas ao alem.
um café me mandaria pro inferno das almas perdidas.
um acido a gente poderia ponderar os pontos a serem discutidos até amanha.
faltam boas companhias.
um pouco alcoolizado.
se faz necessário acordar cedo
e não errar nenhum caracter.
já errei. de novo. errei.
sentar, ler e escolher.
dores no corpo
um cancer do lado direito
criaçoes do lado esquerdo
dúvidas ao alem.
um café me mandaria pro inferno das almas perdidas.
um acido a gente poderia ponderar os pontos a serem discutidos até amanha.
faltam boas companhias.
quarta-feira, 17 de março de 2010
Seca....
Sem erva.
Em nenhum lugar, na condiçao de chapado por natureza, fica dificil
pegar carona na brisa alucinógena.
Nao, nao quero a realidade como ela é.
Poucos sabem sobre esta mesma.
Sem discursos. Sou da experiencia, do uso e desuso. Destruiçao para a evoluçao.
Da conversa para a discussao, da discussao para a ação.
Sem mais.
Sem discursos.
Stoner house é feita de lembranças.
Em nenhum lugar, na condiçao de chapado por natureza, fica dificil
pegar carona na brisa alucinógena.
Nao, nao quero a realidade como ela é.
Poucos sabem sobre esta mesma.
Sem discursos. Sou da experiencia, do uso e desuso. Destruiçao para a evoluçao.
Da conversa para a discussao, da discussao para a ação.
Sem mais.
Sem discursos.
Stoner house é feita de lembranças.
domingo, 7 de março de 2010
pela desgraça
Ao cair em passo lentos
ja sabe o que vai machucar
por onde correras o sangue
pq sentiras dor.
Mas nao adianta.
Saltaras novamente em abismos
Nos quais ninguem nem ve o tamanho do ceu.
Perante a terra seca, onde caimos e cravamos
nossa marcas e que nos marca.
Sem nada a perder.
Ainda há o que doer.
O que se passar.
ja sabe o que vai machucar
por onde correras o sangue
pq sentiras dor.
Mas nao adianta.
Saltaras novamente em abismos
Nos quais ninguem nem ve o tamanho do ceu.
Perante a terra seca, onde caimos e cravamos
nossa marcas e que nos marca.
Sem nada a perder.
Ainda há o que doer.
O que se passar.
Como se fosse a ultima
.... sensaçao da estrada se repetir.
da traição ja ter sido enganada.
da bebida já ter sido engolida.
Tudo ainda sendo novo com gosto de poeira.
da traição ja ter sido enganada.
da bebida já ter sido engolida.
Tudo ainda sendo novo com gosto de poeira.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Reconfiguração
Insaciavel a busca e compreensão de novos elementos.
Queimando as condutas da grande massa de merda conservadora que nos quer
quietos e amarrados.
A morte chega, por bem ou por mal, careta ou alucinado, sem grandes créditos aos
vencedores . No topo daquela montanha cabe todo mundo. É necessario a ida a pé descalços. No raiar do dia.
Um novo mundo.
Queimando as condutas da grande massa de merda conservadora que nos quer
quietos e amarrados.
A morte chega, por bem ou por mal, careta ou alucinado, sem grandes créditos aos
vencedores . No topo daquela montanha cabe todo mundo. É necessario a ida a pé descalços. No raiar do dia.
Um novo mundo.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
(pausa)
e se mostra muita coisa para pouco tempo,
o tempo que não iria ser o suficiente e
teriamos o controle sobre ele.
Mas nem sempre o controle se mostra presente.
Delírios, disturbios e devaneios...
Assim se faz a vida.
Quando o que queres vai pelo ralo ao além.
O que sempre quis não foi nada.
o tempo que não iria ser o suficiente e
teriamos o controle sobre ele.
Mas nem sempre o controle se mostra presente.
Delírios, disturbios e devaneios...
Assim se faz a vida.
Quando o que queres vai pelo ralo ao além.
O que sempre quis não foi nada.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Nem tente.
Na esperança da criança.
Esperando a fada dos dentes.
Pensando no noel.
Aguardando o chocolate do coelho...
E no mais absurdo esperando
a cegonha...
_________________________________________
Agora choras
Sentes a dor
Sem grandes escolhas
Acabei como bukowski.
Mais uma vez no pareo
novamente como aposta menor.
De pouco valor.
E ninguem lembra.
Nem vai saber....
De voce.
_________________________________________
a mim nao cabe uma resposta.
fico sempre no vacuo.
sem se direcionar a mim.
vejo voce correr.
pela janela vejo
a chuva escorrer.
Nem se sabe ao mundo
o que de mim eu sou.
Em um quarto escuro
uma sombra sobrou.
uma sombra em frente
em frente
em frente ao espelho.
não se cabe mais em si.
e um calor que não cabe
mais dentro de mim.
Frequencias sem fim
Sem respostas.
Sem respostas
Enfim.
Corrigo minhas falas
Revejo minhas palavras
e espero ver do que começou
do que nos sobrou.
______________________________________________
Com o poder de colar na quebrada que eu quisesse,
no pico que eu desejasse, na frase que mais se encaixasse.
Voaria. Voaria da maneira necessária e que mais fosse convincente.
Na brisa de atos irreversíveis e que gerem dança e ritmo.
Gerando fogo de galhos secos.
Acendendo a tocha que há dentro de alguns olhos.
Se não acompanha o passo, não irá entender o enredo.
)_-----------------------------------
Na frente do espelho, não se lembra dos atos teatrais feitos pela vida.
As vezes pra discolar um cigarro, uma carona, um teto pra dormir e claro umas e outras
garotas.
Me apaixono facil.
De certo modo.
Já por outra brisa me fico abobado.
Travo nas palavras. Sem abstraçao.
Brisa direta no cheiro, nos olhos, na cor do corpo e no sorriso.
-------------------------
Ao som de mutantes
Ao gosto de tequila
Ao ritmo de lisergia
Querendo sempre mais.
Na impressão de que nunca tá bom.
A sabedoria se forma de forma somatória.
_____________________
Esperando a fada dos dentes.
Pensando no noel.
Aguardando o chocolate do coelho...
E no mais absurdo esperando
a cegonha...
_________________________________________
Agora choras
Sentes a dor
Sem grandes escolhas
Acabei como bukowski.
Mais uma vez no pareo
novamente como aposta menor.
De pouco valor.
E ninguem lembra.
Nem vai saber....
De voce.
_________________________________________
a mim nao cabe uma resposta.
fico sempre no vacuo.
sem se direcionar a mim.
vejo voce correr.
pela janela vejo
a chuva escorrer.
Nem se sabe ao mundo
o que de mim eu sou.
Em um quarto escuro
uma sombra sobrou.
uma sombra em frente
em frente
em frente ao espelho.
não se cabe mais em si.
e um calor que não cabe
mais dentro de mim.
Frequencias sem fim
Sem respostas.
Sem respostas
Enfim.
Corrigo minhas falas
Revejo minhas palavras
e espero ver do que começou
do que nos sobrou.
______________________________________________
Com o poder de colar na quebrada que eu quisesse,
no pico que eu desejasse, na frase que mais se encaixasse.
Voaria. Voaria da maneira necessária e que mais fosse convincente.
Na brisa de atos irreversíveis e que gerem dança e ritmo.
Gerando fogo de galhos secos.
Acendendo a tocha que há dentro de alguns olhos.
Se não acompanha o passo, não irá entender o enredo.
)_-----------------------------------
Na frente do espelho, não se lembra dos atos teatrais feitos pela vida.
As vezes pra discolar um cigarro, uma carona, um teto pra dormir e claro umas e outras
garotas.
Me apaixono facil.
De certo modo.
Já por outra brisa me fico abobado.
Travo nas palavras. Sem abstraçao.
Brisa direta no cheiro, nos olhos, na cor do corpo e no sorriso.
-------------------------
Ao som de mutantes
Ao gosto de tequila
Ao ritmo de lisergia
Querendo sempre mais.
Na impressão de que nunca tá bom.
A sabedoria se forma de forma somatória.
_____________________
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Verbo intrasingindo o predicativo
Sem hora para durmir.
Insono, penso no não acordar.
Fui enganado, ainda espero.
Necessito de um novo verbo.
Que o tempo não afete.
O qual não se renda
Não perca para xaropes gaseificados
Sem redençao a fumaça cheia de impostos
E não se sente frente ao grande irmão...
A destruição da teoria seria simples.
Sendo simples, sem graça.
Não sendo simples, sem ibope.
Economicamente inviavel...
Insono, penso no não acordar.
Fui enganado, ainda espero.
Necessito de um novo verbo.
Que o tempo não afete.
O qual não se renda
Não perca para xaropes gaseificados
Sem redençao a fumaça cheia de impostos
E não se sente frente ao grande irmão...
A destruição da teoria seria simples.
Sendo simples, sem graça.
Não sendo simples, sem ibope.
Economicamente inviavel...
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Imprimir...
Prefiro minhas palavras no papel, azedas ou amargas, a leitura na celulose dá outra configuração ao cérebro. Pelo google temos a soluçao para todos os problemas da terra.
Tá, ninguem quer resolver, legal é o poder de compra, carros de plastico, parcelas eternas, para muitos a brisa no viver se limita ae.
A satisfação no trabalho manual é desconhecido pela grande maioria que se encontra ae fazendo poses para fotologers e marketing barato e vagabundo onde através de dois clicks acreditam estarem sendo ousados...
Balela.
Pura balela.
Voltando pro conhecimento das ruas...
Tá, ninguem quer resolver, legal é o poder de compra, carros de plastico, parcelas eternas, para muitos a brisa no viver se limita ae.
A satisfação no trabalho manual é desconhecido pela grande maioria que se encontra ae fazendo poses para fotologers e marketing barato e vagabundo onde através de dois clicks acreditam estarem sendo ousados...
Balela.
Pura balela.
Voltando pro conhecimento das ruas...
Assinar:
Postagens (Atom)