Sem significados
Soh vinho.
Falta dor no corpo, pra sentir estar vivo.
Falta acordar cedo e sentir a brisa cafeinistica que vem no primeiro gole
no grande motor.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
O final de uma frase precede.
Hora do vinho.
Vinho seco. 1,5 L.
Bate forte, estilo café sem açúcar.
Na pegada de jhonny mula...
38 jhonny mula com jota minúsculo.
J.M era um bêbado de primeira, nunca caía, nem virava os olhos e bebia.
Responsável pelo maior fígado represado de álcool que já se viu, vindo das terras da gozolândia, era mais um mito entre lendas. Nas terras de bangs, Thompson entre outros, J.M era o primo do meio, aquele que nunca ganhava presente no natal, ficava de fora das brincadeiras, era esquecido na oração da ceia e quando saía a passeio era arrastado por baixo da roleta ou ia pendurado no pau de arara, dependia da excursão e do destino. No sertão de ipiritipina, o pequeno jhonny depois de abandonado, ou esquecido, após a derrota da seleção na copa da frança, no bar do Pelé, se depara com a luz vinda da cana, a qual nos mantêm tranqüilos em noites mal dormidas e nos faz virar de costas para o sol enquanto durmimos. Sua primeira garrafa de pitu olha reluzente, enquanto o camarão de sete barbas chama nosso futuro herói em conserva.
Mais gostoso que brigadeiro com leite condensado ou colherada de nutella na cara, era aquela pitu quente fervendo em meio ao sertão que virou mar para a coragem do pequeno mula com jota minúsculo. Sua vida se transformou em prova de resistência contra pessoas caretas que tomam remédio para não beberem, seu discurso inflamado em todos os sentidos e direções descontruindo o sentido da abstinência e da sanidade mental pregada por homens que não são realmente homens e mentes pequenas que tem o limite proporcional ao cartão de credito, Diz Jhonny: sem adornos e ferramentas que possam redecorar os pensamentos e as paisagens desse tal planeta lama que seca mais à cada gota de bebida não bebida que deixa de realinhar os pensamentos e as freqüências dos louvadores de bolinho de bicho morto.
Um grande homem cheio de coragem e com espírito guerreiro ainda arranja tempo pra levar a vida como jardineiro e lutador de boxe nos finais de semana...
Vinho seco. 1,5 L.
Bate forte, estilo café sem açúcar.
Na pegada de jhonny mula...
38 jhonny mula com jota minúsculo.
J.M era um bêbado de primeira, nunca caía, nem virava os olhos e bebia.
Responsável pelo maior fígado represado de álcool que já se viu, vindo das terras da gozolândia, era mais um mito entre lendas. Nas terras de bangs, Thompson entre outros, J.M era o primo do meio, aquele que nunca ganhava presente no natal, ficava de fora das brincadeiras, era esquecido na oração da ceia e quando saía a passeio era arrastado por baixo da roleta ou ia pendurado no pau de arara, dependia da excursão e do destino. No sertão de ipiritipina, o pequeno jhonny depois de abandonado, ou esquecido, após a derrota da seleção na copa da frança, no bar do Pelé, se depara com a luz vinda da cana, a qual nos mantêm tranqüilos em noites mal dormidas e nos faz virar de costas para o sol enquanto durmimos. Sua primeira garrafa de pitu olha reluzente, enquanto o camarão de sete barbas chama nosso futuro herói em conserva.
Mais gostoso que brigadeiro com leite condensado ou colherada de nutella na cara, era aquela pitu quente fervendo em meio ao sertão que virou mar para a coragem do pequeno mula com jota minúsculo. Sua vida se transformou em prova de resistência contra pessoas caretas que tomam remédio para não beberem, seu discurso inflamado em todos os sentidos e direções descontruindo o sentido da abstinência e da sanidade mental pregada por homens que não são realmente homens e mentes pequenas que tem o limite proporcional ao cartão de credito, Diz Jhonny: sem adornos e ferramentas que possam redecorar os pensamentos e as paisagens desse tal planeta lama que seca mais à cada gota de bebida não bebida que deixa de realinhar os pensamentos e as freqüências dos louvadores de bolinho de bicho morto.
Um grande homem cheio de coragem e com espírito guerreiro ainda arranja tempo pra levar a vida como jardineiro e lutador de boxe nos finais de semana...
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Um vinho barato.
Uma máquina de escrever, o dedinho da mão esquerda, a letra A.
As vezes fico meio confuso, normalmente quando ainda em sanidade, em relaçao
aos meus discursos, dialéticas, retóricas, fenomenologias e outras nóias entra crônicas.
Procuro seres em situações piores e procuro afetar de algum modo, uma puta fazendo o corre de puta, pra compra o "gáz", ae voce pede fiado, do fundo do coração...
Ta vendo a brisa some.
Volta turva.
Some.
As vezes fico meio confuso, normalmente quando ainda em sanidade, em relaçao
aos meus discursos, dialéticas, retóricas, fenomenologias e outras nóias entra crônicas.
Procuro seres em situações piores e procuro afetar de algum modo, uma puta fazendo o corre de puta, pra compra o "gáz", ae voce pede fiado, do fundo do coração...
Ta vendo a brisa some.
Volta turva.
Some.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Um mundo pra cada bolha.
Gira, roda, muda de lugar e outras variáveis.
Ozzy vive no seu mundo.
Mick vive no seu mundo.
E por ae vai.
Pessoa vive no seu país
Bukowski em seu bar.
E por ae vai.
O desejo é a estrada, a ligação na fresta do horizonte
permite um passeio entre a interzona. Alguns não voltam, mas poucos chegam lá
e ousam por ela passá-la.
Quem retorna da última fronteira, nunca mais é o mesmo...
Ozzy vive no seu mundo.
Mick vive no seu mundo.
E por ae vai.
Pessoa vive no seu país
Bukowski em seu bar.
E por ae vai.
O desejo é a estrada, a ligação na fresta do horizonte
permite um passeio entre a interzona. Alguns não voltam, mas poucos chegam lá
e ousam por ela passá-la.
Quem retorna da última fronteira, nunca mais é o mesmo...
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