Me divido em três até cinco, mas não dois nem seis.
Uma parte de mim cresceu e de si esqueceu.
Ímpar de mim acreditou e não cresceu.
O resto indivisível forma o É pelo estar.
Cheio dos erros, falhas e talvez palavras erradas.
__________________________________________________________
II
Quem conhece não julga.
Quem tem medo apedreja.
Mudei.
Você também.
Eu tentei.
De ti não reclamei...
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
domingo, 29 de janeiro de 2012
Eles acham.
Eu duvido.
Eles estressam.
Eu observo.
Eles nem olham.
Eu aposto.
Eles temem.
Eu acredito.
Eles impedem.
Corro por fora, as pernas queimam, o peito arde, continuo por fora .
Colocam obstáculos, concretos, valetas, pedágio, cercas e muretas.
O receio de que por perto eu ainda esteja.
Me mantenho vivo sem nenhuma das certezas.
Eles estressam.
Eu observo.
Eles nem olham.
Eu aposto.
Eles temem.
Eu acredito.
Eles impedem.
Corro por fora, as pernas queimam, o peito arde, continuo por fora .
Colocam obstáculos, concretos, valetas, pedágio, cercas e muretas.
O receio de que por perto eu ainda esteja.
Me mantenho vivo sem nenhuma das certezas.
Meu amor foi embora...
...mesmo sem ter chegado
To indo pra bahia
ver se fico por lá...
Vou de carona
Na inconsequência
Pra ver se paro de amar.
Marco o tempo
Passo á passo
Vou tentando
De engano em engano.
To indo pra bahia
ver se fico por lá...
Vou de carona
Na inconsequência
Pra ver se paro de amar.
Marco o tempo
Passo á passo
Vou tentando
De engano em engano.
sábado, 28 de janeiro de 2012
A rita matou nosso amor por vingança.
Me deixou mudo um violão.
A porta aberta sem cadeado no portão...
A vitrola ligada em vão.
Foi embora.
Como zica e cartola.
Agora choras...
"Disfarça e chora..."
A porta aberta sem cadeado no portão...
A vitrola ligada em vão.
Foi embora.
Como zica e cartola.
Agora choras...
"Disfarça e chora..."
Redação do Enem (ae)
e quem escreve, escreve...
pra quem?
por que ?
ou seria
pra que e por quem?
Ultimamente deixado de lado
a inter-contextualidade.
Sem relação exata, assim como
o que borbulha dentro da cabeça.
Tudo sem nenhum
sentido para o nexo.
Letras que formam palavras que formam frases.
Frases que só são uma linha reta, cheia dos tropeços e erros.
e cada vez mais longas.
pra quem?
por que ?
ou seria
pra que e por quem?
Ultimamente deixado de lado
a inter-contextualidade.
Sem relação exata, assim como
o que borbulha dentro da cabeça.
Tudo sem nenhum
sentido para o nexo.
Letras que formam palavras que formam frases.
Frases que só são uma linha reta, cheia dos tropeços e erros.
e cada vez mais longas.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
De carona.
- Tá indo pra onde?
- Não sei, só sei que eu to indo...
- Posso ir junto?
- Pode, mas vai até o fim?
- Não, só até a última curva, depois tenho que voltar para lugar nenhum.
- Não sei, só sei que eu to indo...
- Posso ir junto?
- Pode, mas vai até o fim?
- Não, só até a última curva, depois tenho que voltar para lugar nenhum.
A estética do mal comportamento
Prazer, sou eu, causador de mau estar.
Nascido em época errada.
Tarde demais para aquela vida.
Cedo demais para a vivida.
Já fui melhor no que faço de pior.
Agora me esforço para ser maior.
Cheio de paradoxos.
Completo de pensamentos, para você...
... todos errados.
Nascido em época errada.
Tarde demais para aquela vida.
Cedo demais para a vivida.
Já fui melhor no que faço de pior.
Agora me esforço para ser maior.
Cheio de paradoxos.
Completo de pensamentos, para você...
... todos errados.
No aguardo...
...deixe o título para depois,
mesmo se dormir a dor não passa.
Se acordar não aguarde.
Levante avante.
Quem espera não alcança.
Na minha cidade quando chove
todos fogem.
Eu saio e bebo á tempestade...
mesmo se dormir a dor não passa.
Se acordar não aguarde.
Levante avante.
Quem espera não alcança.
Na minha cidade quando chove
todos fogem.
Eu saio e bebo á tempestade...
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
No hiato do tempo
Entre ímpares,
pares cortados.
Passei pelo tempo
Quase todo acordado.
Corri na linha
Quase sempre acordado.
Deixei esquecer.
O que havia para se ver.
Contei os muros pixados.
Aplaudi os vaiados.
Anos passados.
Agora no mesmo lugar
Sentado.
pares cortados.
Passei pelo tempo
Quase todo acordado.
Corri na linha
Quase sempre acordado.
Deixei esquecer.
O que havia para se ver.
Contei os muros pixados.
Aplaudi os vaiados.
Anos passados.
Agora no mesmo lugar
Sentado.
O verbo
O que a gente pensa
não
o que a gente fala
nem
o que os outros entendem
menos
do que os outros interpretam...
E as vezes pensam
antes
do que da gente fala
talvez
fala da gente o que pensa
ao menos
pensa na fala ou na gente...
não
o que a gente fala
nem
o que os outros entendem
menos
do que os outros interpretam...
E as vezes pensam
antes
do que da gente fala
talvez
fala da gente o que pensa
ao menos
pensa na fala ou na gente...
domingo, 22 de janeiro de 2012
Um beat devagar.
Segue o ritmo.
Bate no ponto.
No ponto mais grave.
Pra lá e pra cá.
Em um ritmo devagar.
E me dá um frio na barriga
quando é com você.
Descendo a ladeira
Dropar para sambar...
Bate no ponto.
No ponto mais grave.
Pra lá e pra cá.
Em um ritmo devagar.
E me dá um frio na barriga
quando é com você.
Descendo a ladeira
Dropar para sambar...
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Gentileza na negação
Para tropeçar em algo bom
Tem que caminhar mesmo sem razão.
Para negar é apenas porque não.
Um sorriso um brinde um abraço.
Me encontra perdido no espaço.
Olho nos olhos só para ver o olhar.
Moro na lua pra ser parte do luar.
Sim ou não! Nada a perder.
A terra daqui de cima é linda de se ver.
Tem que caminhar mesmo sem razão.
Para negar é apenas porque não.
Um sorriso um brinde um abraço.
Me encontra perdido no espaço.
Olho nos olhos só para ver o olhar.
Moro na lua pra ser parte do luar.
Sim ou não! Nada a perder.
A terra daqui de cima é linda de se ver.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
inédito imaginario
Repetindo...
Mão ser mais do mesmo.
O desconhecido...
O que você conhece.
Pronome é sempre o mesmo.
Nome eu sempre esqueço.
Por ti meu interesse.
As vezes até já te conheço...
Me lembro um pouco do jeito
e um tanto do feito.
Olhos bocas trejeito!
Com sorriso e respeito
Todos são bem feitos.
Mão ser mais do mesmo.
O desconhecido...
O que você conhece.
Pronome é sempre o mesmo.
Nome eu sempre esqueço.
Por ti meu interesse.
As vezes até já te conheço...
Me lembro um pouco do jeito
e um tanto do feito.
Olhos bocas trejeito!
Com sorriso e respeito
Todos são bem feitos.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Segunda pessoa do singular pela segunda vez,
Pra variar
Pra pensar
Pra escrever
Pra pintar
Pra desenhar
E pra variar...
Você!!
Pra pensar
Pra escrever
Pra pintar
Pra desenhar
E pra variar...
Você!!
domingo, 8 de janeiro de 2012
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Vida viva segue seguindo
Tempo.
Cada um no seu compasso.
Tempo para amar.
Para ser amado.
Para errar
Ser o errado.
Carinho.
Amor.
Saudade.
Sorriso.
Tudo confunde.
O que eu quero.
O que queria.
Indefinido.
Persistente.
Sempre em frente.
Cada um no seu compasso.
Tempo para amar.
Para ser amado.
Para errar
Ser o errado.
Carinho.
Amor.
Saudade.
Sorriso.
Tudo confunde.
O que eu quero.
O que queria.
Indefinido.
Persistente.
Sempre em frente.
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