Minhas melhores palavras.
Meus piores erros.
Meus maiores comentarios.
Ficam perdidos entre prosa, doenças, vicios e poesias.
Bloco de notas, rascunho amassados, papeis amarelados e pensamentos ja voados.
O fino fica pra depois da morte. Quando não da mais pra reclamar, acham o seu melhor.
sábado, 25 de abril de 2009
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Escuro
O corre cada vez mais rápido, cada vez parece mais longe, retornos e recaídas, erros gráficos, extinções das lógicas e abertura para os erros de exceçoes.
Nações em chamas, individuos em brasas, rios de fogo.
Lama negra ao fim.
Nações em chamas, individuos em brasas, rios de fogo.
Lama negra ao fim.
terça-feira, 7 de abril de 2009
Mbps
Yeeeeeeeeeeee.
Muita cartas na mesa, próxima rodada é no 3!
Mais jogada a mesa. Produção, software livre, independência entre os membros.
Quase tudo ao mesmo tempo, duas moléculas se debatendo a fim de gerar uma faísca.
Salvação automática no mundo da velocidade relativizada.
Quando algo vem do inferno, pra onde ela vai depois?
E se forem vozes ecoando das quintas partes de outra dimensão...
Café.
Muita cartas na mesa, próxima rodada é no 3!
Mais jogada a mesa. Produção, software livre, independência entre os membros.
Quase tudo ao mesmo tempo, duas moléculas se debatendo a fim de gerar uma faísca.
Salvação automática no mundo da velocidade relativizada.
Quando algo vem do inferno, pra onde ela vai depois?
E se forem vozes ecoando das quintas partes de outra dimensão...
Café.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
.,
Maconha que não da brisa.
Cérebro cafeínado e coberto com açucar...
Meus dentes caem e correm para fugir das palavras que não chegaram na língua, uma briga entre backspace e todo o resto do espaço.
O tempo, cada vez mais curto, cada vez mais na desordem, muitas parcelas de um pouco de cada, a televisão te espera...
Depende de como entender, nessa imagem, para o real. Mistura tudo e solte os braços para onde se quiser.
Cérebro cafeínado e coberto com açucar...
Meus dentes caem e correm para fugir das palavras que não chegaram na língua, uma briga entre backspace e todo o resto do espaço.
O tempo, cada vez mais curto, cada vez mais na desordem, muitas parcelas de um pouco de cada, a televisão te espera...
Depende de como entender, nessa imagem, para o real. Mistura tudo e solte os braços para onde se quiser.
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