terça-feira, 28 de julho de 2009

Um quarto de hotel sujo

Café, sempre ali, do lado.
Preto, preto e fosco,
Cheio dos encostos e
mal olhados...

Continuo firme
Causo incomodo
Afirmo contradição

Um tanto sem saber o pq.

sábado, 25 de julho de 2009

A merda

Uma conversa esdruxula me faz lembrar da essencia
Da onde veio a vida, o big bang, adao e eva e até o tal do jesus cristo
Tudo vindo da merda.
As vezes olho pras pessoas e vejo que o maximo de sua produçao concreta no
planeta lama, nao passa de merda, aquela merda dura e dificil de sair do cu.
Dificuldade em se expressar...

.

12 horas de sono
15 horas de chuva
Ando fraco das ideias

Poderia fazer um conto maldito com ecos de vozerios vindos do inferno...
Quem sabe soh mais um aforismo qualquer pra passar o tempo matutino de
uma manha fria e úmida de inverno
Me resta o café, sempre ele, escuro, amargo e nem sempre forte.
Lhe vale a dialética do dia a dia...

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Bukowski teria orgulho...

Dos males, o maior
Dos bens, o pior
De mim, não te sobra nada

Olhos nos olhos
Um homem
Um qualquer

Hesitas?
Duvidas?
Invejas?
Atacas?

De mérito por mérito
Sou sempre o mais lembrado
Acredites nas palavras
Sem serem sagradas...

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Tropeçava na língua toda manhã
Os pulsos doem toda manhã
Não da pra guarda segredos tão mundanos
na vila alho...

sábado, 18 de julho de 2009

A carência de vicios.

Uma travessia de dimensoes, meus caninos foram os primeiros, me encontrava cercado, ar frio, provoquei pavor e pânico, estava tudo em ordem, da terra para o espaço, perfeita desordem.
Talvez fosse os diableros que me esperavam...

A ausencia do ser, não foi a mesma, um processo mais lento, uma escala cinza e um portal para outra dimensão.

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Vitor vicinho.
Viciado se foi.

sábado, 11 de julho de 2009

Um morador.

Na rua.
Nos bares.
Quebradas.
Motéis.

As vezes bem acompanhado, as vezes não.
Variavelmente com alguém que mentes.
Pra mim não, pois também minto.
Pra voce sim, absoluta certeza.

Suas mulheres, filhas e esposas.
Eu, Dorian, Wilde entre outros bastardos.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

No bueiro do bosque.

Um carteado com os viciados.
Não parece uma boa jogada.
Uma tragada com a putaiada.
Dependende da companhia...

Não vejo ratos, devia haver
Ratos, mais ratos por aqui.

Nem toda noite
tem graça por aqui.

Relativizado aos prazeres,
a busca desenfreada por eles
e a pausa, quando não os acha.

Volta pra casa,
sem alcançar a lua.
Sem voar.

Fora do jogo
Sem um trago
Dentro de si, ainda...
Esperas ganhar asas.

domingo, 5 de julho de 2009

Kabut!

Acabar como chamas no céu parece-me cair bem, no melhor estilo
de história sem fim, para acordar todos os meus vizinhos e suas crianças,
seria o que valha...
Sem cintos, sendo um astroboy, guardo meus tesouros atrás dessa porta no espaço,
no quarto de gregor samsa há muito além de poeira.
E já que não sei quem sou, voarei sem destino, sentirei minhas asas bailando na queda de Ades.
Sim, teremos chamadas perdidas, estarei aos jogos nos céus, apostando lírios e xícaras de café.
Caíram de meus bolsos os últimos trocados daquele que foi o novo dia de um novo tempo!
Somos a nova ordem, vinda de uma estrada suja com tijolos amarelos, onde caulfield aguardava sentado na margem do seu campo de centeio olhando o céu radiante.
Voa!!!

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Na expectativa de ser hiena...

O centésimo erro que se repete uma vez mais...
A insatisfação egoísta do homem...
Sequencias de reticências...
O falho.