Do de amarelo:
Dedo verde.
Pé cinza.
O dedo amarelo.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Nem tente.
Na esperança da criança.
Esperando a fada dos dentes.
Pensando no noel.
Aguardando o chocolate do coelho...
E no mais absurdo esperando
a cegonha...
_________________________________________
Agora choras
Sentes a dor
Sem grandes escolhas
Acabei como bukowski.
Mais uma vez no pareo
novamente como aposta menor.
De pouco valor.
E ninguem lembra.
Nem vai saber....
De voce.
_________________________________________
a mim nao cabe uma resposta.
fico sempre no vacuo.
sem se direcionar a mim.
vejo voce correr.
pela janela vejo
a chuva escorrer.
Nem se sabe ao mundo
o que de mim eu sou.
Em um quarto escuro
uma sombra sobrou.
uma sombra em frente
em frente
em frente ao espelho.
não se cabe mais em si.
e um calor que não cabe
mais dentro de mim.
Frequencias sem fim
Sem respostas.
Sem respostas
Enfim.
Corrigo minhas falas
Revejo minhas palavras
e espero ver do que começou
do que nos sobrou.
______________________________________________
Com o poder de colar na quebrada que eu quisesse,
no pico que eu desejasse, na frase que mais se encaixasse.
Voaria. Voaria da maneira necessária e que mais fosse convincente.
Na brisa de atos irreversíveis e que gerem dança e ritmo.
Gerando fogo de galhos secos.
Acendendo a tocha que há dentro de alguns olhos.
Se não acompanha o passo, não irá entender o enredo.
)_-----------------------------------
Na frente do espelho, não se lembra dos atos teatrais feitos pela vida.
As vezes pra discolar um cigarro, uma carona, um teto pra dormir e claro umas e outras
garotas.
Me apaixono facil.
De certo modo.
Já por outra brisa me fico abobado.
Travo nas palavras. Sem abstraçao.
Brisa direta no cheiro, nos olhos, na cor do corpo e no sorriso.
-------------------------
Ao som de mutantes
Ao gosto de tequila
Ao ritmo de lisergia
Querendo sempre mais.
Na impressão de que nunca tá bom.
A sabedoria se forma de forma somatória.
_____________________
Esperando a fada dos dentes.
Pensando no noel.
Aguardando o chocolate do coelho...
E no mais absurdo esperando
a cegonha...
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Agora choras
Sentes a dor
Sem grandes escolhas
Acabei como bukowski.
Mais uma vez no pareo
novamente como aposta menor.
De pouco valor.
E ninguem lembra.
Nem vai saber....
De voce.
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a mim nao cabe uma resposta.
fico sempre no vacuo.
sem se direcionar a mim.
vejo voce correr.
pela janela vejo
a chuva escorrer.
Nem se sabe ao mundo
o que de mim eu sou.
Em um quarto escuro
uma sombra sobrou.
uma sombra em frente
em frente
em frente ao espelho.
não se cabe mais em si.
e um calor que não cabe
mais dentro de mim.
Frequencias sem fim
Sem respostas.
Sem respostas
Enfim.
Corrigo minhas falas
Revejo minhas palavras
e espero ver do que começou
do que nos sobrou.
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Com o poder de colar na quebrada que eu quisesse,
no pico que eu desejasse, na frase que mais se encaixasse.
Voaria. Voaria da maneira necessária e que mais fosse convincente.
Na brisa de atos irreversíveis e que gerem dança e ritmo.
Gerando fogo de galhos secos.
Acendendo a tocha que há dentro de alguns olhos.
Se não acompanha o passo, não irá entender o enredo.
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Na frente do espelho, não se lembra dos atos teatrais feitos pela vida.
As vezes pra discolar um cigarro, uma carona, um teto pra dormir e claro umas e outras
garotas.
Me apaixono facil.
De certo modo.
Já por outra brisa me fico abobado.
Travo nas palavras. Sem abstraçao.
Brisa direta no cheiro, nos olhos, na cor do corpo e no sorriso.
-------------------------
Ao som de mutantes
Ao gosto de tequila
Ao ritmo de lisergia
Querendo sempre mais.
Na impressão de que nunca tá bom.
A sabedoria se forma de forma somatória.
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Verbo intrasingindo o predicativo
Sem hora para durmir.
Insono, penso no não acordar.
Fui enganado, ainda espero.
Necessito de um novo verbo.
Que o tempo não afete.
O qual não se renda
Não perca para xaropes gaseificados
Sem redençao a fumaça cheia de impostos
E não se sente frente ao grande irmão...
A destruição da teoria seria simples.
Sendo simples, sem graça.
Não sendo simples, sem ibope.
Economicamente inviavel...
Insono, penso no não acordar.
Fui enganado, ainda espero.
Necessito de um novo verbo.
Que o tempo não afete.
O qual não se renda
Não perca para xaropes gaseificados
Sem redençao a fumaça cheia de impostos
E não se sente frente ao grande irmão...
A destruição da teoria seria simples.
Sendo simples, sem graça.
Não sendo simples, sem ibope.
Economicamente inviavel...
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Imprimir...
Prefiro minhas palavras no papel, azedas ou amargas, a leitura na celulose dá outra configuração ao cérebro. Pelo google temos a soluçao para todos os problemas da terra.
Tá, ninguem quer resolver, legal é o poder de compra, carros de plastico, parcelas eternas, para muitos a brisa no viver se limita ae.
A satisfação no trabalho manual é desconhecido pela grande maioria que se encontra ae fazendo poses para fotologers e marketing barato e vagabundo onde através de dois clicks acreditam estarem sendo ousados...
Balela.
Pura balela.
Voltando pro conhecimento das ruas...
Tá, ninguem quer resolver, legal é o poder de compra, carros de plastico, parcelas eternas, para muitos a brisa no viver se limita ae.
A satisfação no trabalho manual é desconhecido pela grande maioria que se encontra ae fazendo poses para fotologers e marketing barato e vagabundo onde através de dois clicks acreditam estarem sendo ousados...
Balela.
Pura balela.
Voltando pro conhecimento das ruas...
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