sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

A poesia

Do de amarelo:

Dedo verde.
Pé cinza.


O dedo amarelo.

Nem tente.

Na esperança da criança.
Esperando a fada dos dentes.
Pensando no noel.
Aguardando o chocolate do coelho...

E no mais absurdo esperando
a cegonha...
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Agora choras
Sentes a dor

Sem grandes escolhas

Acabei como bukowski.
Mais uma vez no pareo
novamente como aposta menor.

De pouco valor.
E ninguem lembra.
Nem vai saber....
De voce.


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a mim nao cabe uma resposta.
fico sempre no vacuo.
sem se direcionar a mim.
vejo voce correr.

pela janela vejo
a chuva escorrer.

Nem se sabe ao mundo
o que de mim eu sou.
Em um quarto escuro
uma sombra sobrou.

uma sombra em frente
em frente
em frente ao espelho.

não se cabe mais em si.
e um calor que não cabe
mais dentro de mim.

Frequencias sem fim
Sem respostas.
Sem respostas
Enfim.

Corrigo minhas falas
Revejo minhas palavras
e espero ver do que começou
do que nos sobrou.

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Com o poder de colar na quebrada que eu quisesse,
no pico que eu desejasse, na frase que mais se encaixasse.
Voaria. Voaria da maneira necessária e que mais fosse convincente.
Na brisa de atos irreversíveis e que gerem dança e ritmo.
Gerando fogo de galhos secos.
Acendendo a tocha que há dentro de alguns olhos.
Se não acompanha o passo, não irá entender o enredo.

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Na frente do espelho, não se lembra dos atos teatrais feitos pela vida.
As vezes pra discolar um cigarro, uma carona, um teto pra dormir e claro umas e outras
garotas.
Me apaixono facil.
De certo modo.
Já por outra brisa me fico abobado.
Travo nas palavras. Sem abstraçao.
Brisa direta no cheiro, nos olhos, na cor do corpo e no sorriso.

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Ao som de mutantes
Ao gosto de tequila
Ao ritmo de lisergia

Querendo sempre mais.
Na impressão de que nunca tá bom.
A sabedoria se forma de forma somatória.

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Verbo intrasingindo o predicativo

Sem hora para durmir.
Insono, penso no não acordar.
Fui enganado, ainda espero.

Necessito de um novo verbo.
Que o tempo não afete.

O qual não se renda
Não perca para xaropes gaseificados
Sem redençao a fumaça cheia de impostos
E não se sente frente ao grande irmão...

A destruição da teoria seria simples.
Sendo simples, sem graça.

Não sendo simples, sem ibope.
Economicamente inviavel...

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Imprimir...

Prefiro minhas palavras no papel, azedas ou amargas, a leitura na celulose dá outra configuração ao cérebro. Pelo google temos a soluçao para todos os problemas da terra.
Tá, ninguem quer resolver, legal é o poder de compra, carros de plastico, parcelas eternas, para muitos a brisa no viver se limita ae.
A satisfação no trabalho manual é desconhecido pela grande maioria que se encontra ae fazendo poses para fotologers e marketing barato e vagabundo onde através de dois clicks acreditam estarem sendo ousados...
Balela.
Pura balela.

Voltando pro conhecimento das ruas...