segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Vozes do alem

Dino sempre ouvia vozes do além, sempre lhe diziam o que fazer.
Até seu nome ele trocava graças aos conselhos trasncedentais e transdimensionais.
Queria ser escritor. Mesmo cheio de preguiça e ausente no vocabulario que devia ser um tanto extenso para fazer a dança do maxixe em seus textos que não saiam de sua cabeça.
A cachaça fazia companhia, vila velha, ipioca, o grande e velho barreiro.
Ultimamente dino anda triste, não tem mais conversas com outras vidas...
A cachaça não tá cumprindo seu papel de conexao. Pensa na cola, a qual tiraram o benzeno, agora nao mata mais, da pra cheirar sem receio...
Caído em um canto escuro, lembra ou imagina lembrar de uma mulher que conheceu em uma orgia psicodelica. Não bota fé se foi real. Não imagina o que possa ter feito.
Não ouve mais vozes. Não tem mais contato e o corpo soa alcool...

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Ultima rodada.

A dúvida impera no jogo. Isso já faz tempo.
Se voce não sabe das regras, não é pra voce jogar.
As vezes surgem novos jogadores com novas jogadas.
Alguns se tornam aliados. Bons aliados. Daqueles que olham nos olhos e a
pupila não treme. Lindo. Jogo duro e sincero.

Ando meio travado nas palavras. A sintese não anda sendo processada.
O cérebro ta fritando, as maos nao acompanham...

Tá foda.