domingo, 1 de março de 2009

Negação variavel da negação invariavel.

Minha linha composta por uma enorme descompostura se perde, deixa-se levar pela variação da maré. Vai da pobre prosa de algum perdido para a perdida poesia de alguem que não existe. A brisa inconstante dança de acordo com a bebida, café pela manhã, caxaça por qualquer momento, por qualquer trocado.

A paciencia de um buda sentado em um supositório que brilha no escuro.
Reflete sobre as novas regras de acentuação, as quais os mestres de obras, prostitutas, banqueiros e politicos que são partes da academia brasileira de letras não devem ter a minima noção.

Porra ainda insistem no lixo do machado de assiz para a pobre garotada semi analfabeta que tem como sonho assistir o Big Brother por 24 horas, classicos...
Classico é mad max, café sem açucar, maconha no papel de pão, ac dc.

Nem o pobre buda que se tornou decoração de reive, tem saco pra machado de assiz.

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