No bilhete azul
tava escrito que ia...
mas que voltava.
No espelho do banheiro
de batom vermelho...
Que o abraço adorava
Que a saudades matava.
Na varanda
A planta
Bonita
Sem nome
Pedia água...
No resto da casa
Não havia mais nada.
Procurei no quintal
No bairro, na feira,
procura diária e semanal...
Agora.
Meses sem dormir.
Caso ludovic.
No fim de janeiro...
Dizem que voce anda
naquele carro
de vidro escuros
que sempre passa
por onde passo.
Eu guardo confesso
um bilhete, um abraço.
um batom e um gesto raro...
Um comentário:
Tenho q dizer. no melhor estilo dor d "Duim".
fico fera ese eim.
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